Estado Islâmico do Iraque, da Síria e da Europa

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Estado Islâmico é Terrorista!!!

Estado Islâmico é do Bin Laden! Cuidado, ele comandou o 11 de Setembro, tem uma Ak 47 na parde, é muçulmano, odeia os EUA e mora na Árabia. Nem pence em se meter com esse cara.

Cade minha AK 47? Preciso atirar em uns Estadunidenses Cristãos!


الدولة الإسلامية
Estado Islâmico do Iraque, da Síria, do Irã, da Arábia Saudita, do Egito, da Palestina...
Bandeira do ISIS Brasão de Armas do ISIS
Bandeira Brasão
Lema: Olé, olé, olé, infiel que não explode!
Gentílico: Explosivo
Hino:
"''Bomba''"
Capital Rappa Raqqa
Idiomas Eles cortam as línguas dos outros
Governo Governo liderado por Alá, muito melhor que o seu
Califa Abu Bakr al-Big-Daddy (A pessoa com a maior barba)
Vice Não existe
Ministro Também não existe
Gerentes Ã-ã
Heróis Nacionais Esquece
Independência Nunca pertenceu á lugar nenhum
Moeda Não toleramos as heresias capitalistas, infiel!
Religião Terrorismo
População Cerca de 10 milhões, mas varia muito por imolações e assassinatos, bem como terras conquistadas.
IDH O que Alá disser
TLD Nenhum. Simplesmente revelam pelo Facebook, Twitter e páginas que eles fazem.
Código telefônico Não exigem telefone. Para a comunicação remota, tem um imã gritando do minarete. Ainda assim, eles tinham um, mas eles removeram por incansáveis chamadas de adolescentes drogados perguntando se eles realmente eram da Síria.
Site do governo A que eles hackearem

O Estado Islâmico do Iraque, da Síria, de Gaza, da Palestina, da Arábia, do Irã e da Europa é um grupo de skinheads maometanos que levam muito a sério o Alcorão. É um dos poucos (se não o único) grupo que leva a sério e segue fielmente os ensinamentos do Profeta Maomé, que manda estuprar as não-muçulmanas, vender suas crianças como escravas, crucificar ou enterrar vivos os apóstatas e cortar a cabeça dos infiéis. É basicamente o Dungeons & Dragons da vida real. Sua ação possui armas realistas, como espadas, pedras e tochas que seriam inseguras para serem usadas em um porão então eles a usam do lado de fora, no deserto.

Esta é uma má notícia para quem se depara com personagens ativos durante o LARP em curso: quando se deparam com personagens não-jogadores - a quem chamam de apóstatas ou infiéis ou kafir de acordo com seu livro de regras - eles irão violentamente assassiná-los porque querem penetrar uma virgem. Seu gamemaster é chamado de califa.

A chave para entender o Estado Islâmico é que, como Nova York, é muito mais que uma localização geográfica: é um estado de espírito em que você mata todo mundo que tem um espírito diferente. Isso levou alguns estudiosos a argumentarem que Anders Behring Breivik é um livro da recente encarnação do Estado Islâmico. Recentemente o Boko Haram e o Hamas se juntaram ao Estado Islâmico, juntamente com o PCC e a organização criminosa mais perigosa da América Latina: o PT.

História[editar]

O grupo é liderado por Abu Bakr al-Baghdadi, um mexicano convertido que provavelmente foi treinado pelo Mossad. O ISIS planeja criar um califado que vai se espalhar a partir das regiões do Iraque e da Síria para a Áustria, Marrocos, Índia, partes da China, todo o Oriente Médio e partes da África. Eles estão até mesmo recrutando europeus, incluindo meninas de 11 anos de idade para satisfazerem sexualmente os jihadistas.

Os gritos angustiados de Cquote1.png demasiado velho! Cquote2.png provaram-se numerosos. O grupo ameaça á todos no Oriente Médio, incluso os próprios Iraque e Síria. Embora eles pareçam pobres, eles montam em torno de 1980 picapes. O ISIS costumava ser uma célula da Al Qaeda, mas como um pai moderno, a Al Qaeda o abandonou e alegou que não tinha nada a ver com eles. Recentemente, o macaco Obama autorizou ataques aéreos sobre o ISIS, o que fez com que os árabes voltassem a criticar os Estados Unidos.

Origens na Pensilvânia[editar]

O grupo foi formado em 1965, em pelo governo democrata de LBJ, pelos meio irmãos Bun-da-Dar e Va-cagali bin Saden em Pittsburgh, Pensilvânia. Foi fundado em resposta ao crescente movimento republicano dos direitos civis nos Estados Unidos, e em grande medida defendiam políticas separatistas árabes.

Va-cagali originalmente propôs que o grupo se chamasse Penn State, mas Bun-da-Dar tinha sido abusado pelo treinador de futebol do colégio de mesmo nome durante uma dança fraternal, e assim o grupo foi chamado simplesmente de The State (O Estado). Mas tudo ficou complicado quando, mais tarde, a mãe dos irmãos morreu. Va-dea bin Saden revelou em seu leito de morte que Va-cagali era na verdade o fruto de um caso extra-conjugal que teve com um judeu texano. Bun-da-Dar imediatamente renegou seu irmão e o tirou do grupo.

Durante a Guerra Fria[editar]

O remetente desta imagem e toda a sua família estão sendo queimados vivos depois de terem sido crucificados
Apostasia = névoa de cérebro!

The State retumbou por vários anos, com seus números em nenhum perigo de inchaço. Após o assassinato de vários líderes republicanos judeus, no entanto, seu foco em proteger a Pensilvânia mudou de judeus para ateus. Bun-da-Dar começou a pregar fora do shopping center local sobre o perigo iminente de uma guerra nuclear com a União Soviética, e conheceu Burhanuddin Najibullah, um imigrante afegão-americano que tinha um ódio profundo por todos os ateus.

O papel de Najibullah na organização foi inicialmente insignificante (consistia principalmente em levar bin Saden para tomar um ar refrescante cortesia do lava-rápido onde trabalhava, e trocando piadas sobre a sociedade ocidental enquanto tomavam café. No entanto, no final da década, quando bin Saden foi atingido por um golpe em 1979 (o mesmo ano em que os soviéticos invadiram o Afeganistão, terra natal de Najibullah), o destino do The State mudou.

Najibullah, sozinho, representou o Estado contra os russos no Afeganistão. Apesar de lutar pela jihad, era visto pelos afegãos como um americano imperialista. Eles ainda ironicamente deram-lhe um colar com um cifrão banhado á ouro. Como Najibullah não sabia de uma maneira eficaz de traduzir O Estado em pashto, a organização adotou brevemente o sinal $ como seu nome, para debochar dos americanos, embora ele não conseguisse recrutar quaisquer novos membros.

Foi aqui que Najibullah conheceu Barack Hussein Obama, um voluntário da Arábia Saudita, que falava inglês. Barack explicou que o governo americano, á época controlado pelo democrata Jimmy Carter, estava fornecendo armas e inteligência para o Paquistão, que por sua vez estava usando contatos dentro da família de Obama, os Bin Laden, para trazer tudo para a linha de frente.

Durante os anos 1980, Obama se tornaria um grande fodão no Afeganistão. Ele formou Maktab al-Khidamat, uma organização que canalizava dinheiro, armas e combatentes de todo o mundo árabe para o Afeganistão. Obama foi uma influência crescente sobre as visões do grupo de Najibullah. Quando Najibullah explicou á Obama que ele estava principalmente a favor de manter os russos fora da Pensilvânia e do Afeganistão, Obama respondeu que este era o começo, mas o que ele realmente deveria se dedicar era á uma espécie de super-estado muçulmano, chamado de califado.

Formação da Al Qaeda[editar]

ISIS fazendo churrasco
Esta menina era pra estar brincando de boneca, mas está satisfazendo sexualmente os homens do ISIS neste exato momento

Infelizmente, a visão de Obama não era compartilhada pelos soldados afegãos que eles estavam ajudando. Eles insistiram que todos os voluntários estrangeiros, incluindo Obama e Najibullah, lutaram em suas próprias divisões etnicamente divididas, enquanto Obama queria uma abordagem mais inclusiva. Bem, exceto para os não-muçulmanos. E não-xiitas.

Como resultado, Obama decidiu abandonar a causa e formar seu próprio grupo, a Al-Qaeda. Obama estava relutante em juntar-se sem antes entrar em contato com o velho (e bota velho nisso) Jimmy Carter, mas ele foi longe em acompanhar Obama em sua deserção, e concordou em mudar o símbolo de sua organização do indesejável $ para uma bandeira preta com os dizeres: تحيا الحزب الديمقراطي (Vida longa ao Partido Democrata), juntamente com o uma espada, o sinal da lua crescente muçulmana e a estrela da Internacional Socialista.

Os historiadores muitas vezes culpam a adoção deste símbolo, cuja pronúncia permanece disputada, para a consequente confusão sobre o nome do grupo de Najibullah. Quando Obama garantiu a Najibullah e três amigos uma passagem para o Iraque para que eles pudessem realizar um levante xiita em uma aldeia de 500 pessoas, muitas autoridades locais escolheram diferentes nomes para descrever o grupo que infligiu numerosas leis nos locais, inclusive a Al Qaeda no Iraque.

Em 1991, Najibullah foi atingido por uma ação judicial pela sensação pop americana Prince, que o acusou de violação de direitos autorais sobre o logotipo de seu grupo. O caso foi finalmente resolvido fora dos tribunais, mas teve seus feitos sobre Najibullah, e este morreu de infarto em uma Taco Bell no Iraque.

O grupo foi, assim, herdado por Abu Musab al-Zarqawi, que estava apenas vagamente consciente de ser um dos seus três membros sobreviventes. Insatisfeito com o seu nome, pois assim como todos os muçulmanos e o próprio Partido Democrata, al-Zarqawi odiava a democracia e mudou o nome da organização para A Organização do Monoteísmo e da Jihad (OMG OMJ) em 1999, acreditando que o grupo poderia se beneficiar de Cquote1.png um novo nome para o novo milênio Cquote2.png.

11 de setembro[editar]

Monocelha Burhanuddin Najibullah, um funcionário do lava-rápido que virou um terrorista assassino de merda lutador pela liberdade do Afeganistão.

O grupo perdeu contato com Obama, a razão pela qual tornou-se evidente em setembro de 2011. O OMJ teve um momento difícil em conciliar a supressão bastante antiquada de xiitas iraquianos com seus velhos amigos mais bizarros que o-ataque-de-aviões-em-edifícios-americanos, mas eles ficaram impressionados com sua ambição.

Em outubro de 2004, o líder do grupo conseguiu obter o endereço de e-mail de Obama, e jurou lealdade a ele no MSN. Eles mudaram o nome do grupo para Tanzim Qā'idat al-Jihad fi Bilad al-Rāfidayn, a Organização de base da Jihad no país dos dois rios, depois que Obama apontou que "monoteísmo" corria o risco de fazer a proposta do grupo parecer excessivamente inclusiva, e poderia levar á entrada de judeus e/ou cristãos.

No entanto, a relação de Obama com Abu Musab al-Zarqawi foi tensa. Descobriu-se que Abu (enquanto competente em bater em camponeses com paus) não foi feito para o estado volátil que era o Iraque do século 21. Uma série de erros táticos (incluindo o assassinato de um dignatário da Libéria quando a Al Qaeda foi proteger as pessoas da Líbia) significaram que o grupo foi absorvido em uma união de insurgentes iraquianos chamado O Conselho de Mujahideen Shura.

Al-Zarqawi foi morto em junho de 2006 depois de cair um bueiro aberto, e a direção do grupo mudou de novo.

Dias atuais[editar]

Obama bin Laden teve um papel importante na criação do grupo
A mudança de logotipos do grupo

O Conselho Mujahideen Shura se juntou com mais quatro facções insurgentes e os representantes de uma série de tribos árabes iraquianas, trazendo o grupo combinado á um total de 21 homens. Juntos, eles juraram:

  1. Livrar o Iraque dos sunitas, a partir do que eles descreveram como Shia e opressão estrangeira.
  2. Promover o nome de Alá e restaurar o Islã para glória e...
  3. ...assistir, em uma homenagem às suas origens, á muitos jogos do Pittsburgh Steelers quanto possível.

Depois de um dia cansativo de brigas, jogos de gamão e o desenho de palhas, o grupo concordou com um novo nome: Estado Islâmico do Iraque (ISI).

Abu Abdullah al-Rashid al-Baghdadi tornou-se o líder do ISI, com o poder real que residia com o egípcio Abu Ayyub al-Masri. Ambos foram mortos por salsichas envenenadas durante um concurso de comer cachorro-quente em abril de 2010. A inteligência dos Estados Unidos sugere que foi uma questão interna cometida por membros que estavam preocupados com a grande quantidade de pessoas que se chamavam "Abu", inclusive um indiano proprietário de uma loja de conveniência em Springfield.

Em 8 de abril de 2013, o grupo adotou o nome do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL), mas foram também ficando cada vez mais conhecidos como Estado Islâmico do Iraque e al-Sham. O grupo começou a ganhar notoriedade em todo o mundo depois de uma série de decapitações de alto perfil de pessoas brancas, e ambos os nomes foram usados pela mídia.

Embora esses nomes ainda permanecem em uso por algumas agências de notícias, muitos membros do grupo assinalaram que, sua meta é a criação de um califado muçulmano (e existe califado judeu ou cristão?), tal nome teria que ser expandido de acordo com cada país conquistado (por exemplo, Estado Islâmico do Iraque e do Irã e do Levante ou Estado Islâmico do Iraque e do Irã e do Egito e do Levante).

Como resultado, o grupo recorreu a pagar milhões a uma empresa de Nova York, que mudou o nome da organização para Estado Islâmico (IS)> O movimento foi amplamente criticado por seu custo e os problemas inerentes de jogar a sigla IS no Google. Mas, até o momento da escrita deste artigo, este continua sendo o nome do grupo.

Mídia[editar]

Os lança-mísseis do ISIS malvados instrumentos de morte...quando e sempre que quem os use sejam um exército inimigo do Islã, mas quando é o Islã que os usa para que seus mercenários destruam países inteiros, então aí são bem vistos por toda a "comunidade internacional"

Uma vez que o Estado islâmico é um reduto de muçulmanos sunitas de origem árabe, ele tenta converter toda a diáspora para ver a luz do profeta (que Alá o abençõe e lhe dê um pau no cu), e através disto tem sido capaz de produzir um entretenimento digital que coloca Hollywood no chinelo. O seriado mais popular do estado islâmico no Ocidente é Empreste-me suas orelhas, que não é sobre a mutilação do corpo como canais de notícias ruins ocidentais gostariam que você acreditasse.

Aprendendo com suas noivas de 9 anos de idade, os membros do ISIS têm o desenvolvido uma compulsão por deixar todos os aspectos de suas vidas no Twitter ou no Instagram. Ao contrário das típicas adolescentes putinhas, no entanto, os tweets do ISIS tendem a ser bastante autoritários, muitas vezes envolvendo a decapitação de funcionários do governo, e o roubo de tanques e gatinhos americanos, twittando isso para os americanos por prazer. Os guerreiros santos do ISIS podem ser assassinos psicopatas brutais, mas eles possuem senso de humor.

Quinta-feira passada, alguns virgens do ISIS ficaram com raiva do Twitter ao verem o perfil do Donald Trump (Twitter-favicon.png donnietrump), por isso, naturalmente o ISIS raptou o co-fundador do Twitter Jack Dorsey e o sentenciou á morte por leões. Enquanto a imensa maioria dos trolls ficam tristinhos depois de um ban, um fatwa online do fundador do site é uma torção fresca. Depois de todos esses anos, porque ninguém nunca considerou expulsar Ben Kovitz? É incerto se a proibição do Twitter estava relacionada com a hashtag #opISIS do Anonymous, mas há mais de 8000% de chance que Jack Dorsey tenha agradecido ao ISIS por desaparecido profissionalmente.

Geografia[editar]

Um soldado do ISIS

Embora o termo califado tenha conotações de dominação mundial, as reais ambições territoriais e detenções do ISIS se sobrepoem e correspondem precisamente com a maioria do Iraque, da Síria e de campos petrolíferos quando agrupados. Isto permitiu que a Casa Real de Saud manipulasse livremente o preço do petróleo no capricho, e é por que os americanos tiveram um Feliz Natal em 2014, mas não um próspero Ano Novo. O Estado Islâmico mantém uma boa comunicação com os seus parceiros estrangeiros no cenário mundial, que partilha uma fronteira pacífica com a Turquia, e permanecendo sempre aberto a negociações de troca de prisioneiros com os seus inimigos atuais. O Estado Islâmico atualmente não reconhece ou mantem relações diplomáticas com o Estado de Israel.

Cultura[editar]

Arquitetura[editar]

Isis

Continuando a tradição da dinastia Bin Laden que tinha planejado durante anos renovar o World Trade Center, o ISIS tomou para si algum IDP D9 Killdozers (que são apelidados de Doobi, hebraico para Pedo bear) para renovar os antigos castelos de areia de Hatra, Nimrud e Dur Shoryuken (aka Fortaleza de Sargão). Inspirado por Bayformers Revenge of the Fallen e seu robô gigante, as construções do ISIS, assim como Miley Cyrus, vieram de forma devastadora, e eles usaram seus moedores de vórtice para sugar as pedras que escondiam a estrela dentro.

O ISIS também demoliu a tumba de Saddam Hussein por prazer, uma vez que Saddam (que Satã esteja com ele) foi o único locou o suficiente para manter o ISIS em cheque. É de conhecimento comum que George W. Bush invadiu o Iraque para que ISIS pudesse assumir.

Cquote1.png O terrorismo opera em um nível mais elevado de radicalismo: não é um sujeito da história; é um inimigo evasivo. Cquote2.png
Algum francês

O ISIS declarou que estaria destruindo imagens esculpidas de idolatria, enquanto provavelmente filmavam a coisa toda. Estes teriam sido abandonados por outros muçulmanos por milhares de anos, mas até que o ISIS fez as pessoas perceberem que todo mundo estava errado todo esse tempo, assim como o com o casamento gay. A iconoclastia e a destruição de artefatos é extremamente comum entre árabes porque representações de Alá ou Maomé, como estátuas e desenhos animados, são uma lembrança extremamente dolorosa de que não há Alá.

Estado Islâmico do Japão e da China

Imagens de Alá ou Maomé não escondem Alá, elas não escondem nada, e é por isso que elas devem ser destruídas. Além disso, a destruição da história permite que o ISIS a reescreva, ou viva fora dela. Contrariamente á crença popular, a história não é escrita pelos vencedores, a história é escrita pelos escravos, como os judeus e os conservadores.

Também como parte da agressiva renovação de negócios do ISIS, eles alegaram terem trabalhado em um museu da Tunísia exterminando algumas das pragas estrangeiras invasoras. E alguns Isistas vestindo moldes também realizaram algum trabalho de demolição e reformas do carpete durante as orações de sexta-feira em duas mesquitas em Sanaa, Iêmen, na mesquita Al Badr e na mesuita de Al Hashoosh. Espero que agora qualquer um vestindo moldes seja filmado.

O que o ISIS quer na verdade?[editar]

Breve em um país perto de você

O ISIS quer destruir a memória. A maioria das pessoas fazem isso com entorpecentes, mas uma vez que os tóxicos são haram para os muçulmanos, o ISIS destrói a memória dos outros. Desde que seja separando cérebros de pescoços, intimidando estátuas, destruindo túmulos, explodindo museus, renovando mesquitas, proibindo o ensino da arte, literatura, história nacional, a música e o cristianismo.

De forma que todas as memórias sumirão, a menos que sejam as memórias de um jornal violento do século 7. Esta tradição remonta á conquista de Meca, depois que Maomé destruiu os ídolos pagãos da cidade, estuprou suas filhas e enviou outros a destruirem os templos pagãos da Arábia Saudita. Então, destruir as coisas é bom, desde que você as rotule como incrédula ou infiel em primeiro lugar.

O ISIS espera uma espécie de paraíso Al-zheimic na Terra. Uma espécie de amnésia anterógrada em todo o mundo, sem novas memórias criadas depois de 632 dC, quando o Profeta, que Regina Casé esteja com ele, morreu, tornando sua banda ainda mais famosa. Vídeos de decapitação contradizem esse objetivo, mas eles mostram em primeira mão a destruição da memória, e a mídia é muito útil para propagá-las de modo que os membros da família da vítima, eventualmente, terão as memórias de seus entes queridos destruídas também.

Pontos fortes[editar]

O povo do Estado Islâmico é muito simpático
Prova de que a Hello Kitty está por trás do terrorismo

O principal trunfo para o ISIS é um enorme estoque de novos humvees, ovelhas-prostitutas, meninos-prostitutos (Bacha Nazi Bazi), helicópteros, revistas femininas, aviões de combate, barricadas de concreto ornamentais, plantas de energia, e uma enorme rede de computadores (inventada pelo capitalismo americano e pela tecnologia israelense) que podem usar para identificar e matar pessoas em postos de controle que uma vez falaram com o cara errado. Eles a descobriram ordenadamente amarrada em pacotes de Natal com a tag para quem conquistar estes losers, deixados pra trás por legiões de soldados iraquianos que executavam o primeiro passo na construção de uma nação.

Fraquezas[editar]

Contra as forças poderosas do ISIS estão dispostas uma vasta panóplia de terroristas que não admitem concorrência: Síria, Irã e Hezbollah. Ninguém sabe se os norte-americanos estariam se unindo a eles, como estamos vendo conflito entre muslims, fica difícil saber qual lado o califa-mor irá tomar, se é o lado dos seus companheiros do ISIS ou seus miguxos da Al Qaeda. Por 100 milhões a Arábia Saudita e a Turquia disseram que se envolveriam. O objetivo é destruir todos os equipamentos do ISIS e fortalecer os do Hamas, em seguida, dar aos islâmicos anti-ISIS o mesmo equipamento, em seguida, substituir o equipamento por tecnologia israelense roubada.

Ambientalismo[editar]

Wikisplode.gif
Para os idiotas entre nós que escolhem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Estado Islâmico.


O ambientalismo é uma religião, e os membros do ISIS são ambientalistas fanáticos. Percebendo que o terrorismo é provavelmente a única maneira de desacelerar as mudanças climáticas neste momento, e sabendo que os esquerdistas são muito covardes para usá-las, o ISIS é um grupo de eco-terroristas que moram no deserto e combatem á mudança climática porque o deserto é quente como o suvaco do demônio.

No entanto, eles ainda querem recrutas para voar para se juntar a eles, e unidade em torno de caminhões movidos a gasolina desde o Islã nasceu em um mar de petróleo. Este conjunto afazeres-como-eu-dizer-não-como-eu-faço hipocrisia de outro grupo é profundamente perturbadora para a América, que foi fundada em liberdade hipocrisia. Ele se intromete no status dos Estados Unidos como superpotência hipocrisia.

Nada incomoda América mais do que quando outros países fazê-lo também, já que a América é o moderno da hipocrisia. Quer dizer, se você está tentando iniciar seu próprio país, você não pode simplesmente ocupar a terra e usar a guerra ea expansão e matar a população indígena.

Em resumo[editar]

Sigam a tendência, infiéis!

Ver também[editar]

Ligações externas[editar]