Mulher-Maravilha

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Mulher-Maravilha é um SUPER HERÓI

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Cquote1.png Em nome de Themyscira, eu reivindico agora os EUA como sendo propriedade das Amazonas. E quem não gostar vai levar na cara, caralho! Cquote2.png

Cquote1.png Ela é uma maravilha de mulher! Cquote2.png
Nerd sobre Mulher-Maravilha
Cquote1.png Eu sou mais macho que ela! Cquote2.png
Mulher-Gavião sobre Mulher-Maravilha
Cquote1.png We can do it! Cquote2.png
Movimento feminista sobre Mulher-Maravilha

Mulher-Maravilha, conhecida também como Diana I de Themyscira é a personagem feminina mais macho das histórias em quadrinhos, e atual líder do movimento feminista mundial. Foi a primeira heroína a ser criada, abrindo portas para inúmeros plágios posteriores, e até hoje, é a mais adorada pelos nerds virgens que gastam todo o salário do mês (aqueles raros que trabalham e não moram na casa dos pais) na compra de quadrinhos. Seu nome verdadeiro é Diana Prince, e ingressou na Liga da Justiça ameaçando meter porrada em todos os homens que fossem contra a ideia. A mídia nunca se deu muito ao trabalho de usar sua imagem, já que a maioria das pessoas pensa que a DC Comics é composta apenas pelo Batman e pelo Super-Homem. Apesar disso, já participou de um ou outro jogos de videogame e teve uma série de televisão porcona nos anos 70.

Publicação e criação[editar]

Cquote1.png E aí, quem é o próximo fracote a apanhar encarar? Cquote2.png

Durante o final dos anos 30 e início dos anos 40, o que mais se via por todos os cantos, eram propagandas de nerds malucos fantasiados que vestiam roupas excêntricas e esquisitas e que estampavam as capas de todas as revistas em quadrinhos de todas as bancas do mundo. Tais malucos seriam conhecidos como super-herois, que até os dias de hoje são um verdadeiro sucesso. Certo dia, um psicólogo desocupado que adorava ler histórias em quadrinhos, cansado de ver caras com a cueca por cima da calça em todos o lados, decidiu que estava na hora de inovar.

O psicólogo em questão, sempre especializado na área da psicologia que lida com gêneros e opções sexuais (homem, mulher, homossexualismo, lesbianismo), decidiu então que estava na hora de criar uma heroína, isso mesmo, uma figura feminina que botasse ordem na casa e colocasse os herois masculinos na linha (muitos dizem que ele fez isso baseando-se em sua própria esposa, que foi sua principal inspiração). Essa personagem feminina também deveria servir de exemplo para que as meninas da época tivessem alguém em quem se basear, já que simplesmente não existiam personagens femininas úteis nos quadrinhos durante aquele período, apenas figurantes burras e que não sabiam fazer nada de relevante.

Mulher-Maravilha como destaque na propaganda feminista.

Porém, a Mulher-Maravilha não deveria ser uma mané-macho de voz grossa e que age feito homem, pelo contrário, ela seria feminina, porém, com punhos firmes para poder mostrar para o mundo que as mulheres não deveriam ser subestimadas e deveriam ser tratadas com direitos iguais, ou poderiam facilmente torcer o pescoço dos homens para trás. O psicólogo acreditava que diferentemente dos homens, que eram sem-vergonhas por natureza, as mulheres eram mais generosas e bondosas. Dessa forma, a Mulher-Maravilha só mataria e torturaria os homens se eles decidissem não ouvir o que ela tinha a dizer, ou seja, apenas se fossem burros o suficiente para desafiar a autoridade de uma mulher superpoderosa e inteligente com força suficiente para parar uma manada de elefantes.

Logo, o psicólogo (cujo nome era William Marston) aproveitou que a DC estava querendo herois novos (já que Batman e Superman sempre já estava ficando chato), e fez um curso de desenho na escolinha da esquina de sua cidade, o que lhe deu as bases necessárias para criar os primeiros esboços da Super-Mulher Mulher-Maravilha. Após concluído o trabalho, o psicólogo se dirigiu até o dono da DC Comics (que na época ainda não pertencia as Empresas Wayne) com o projeto em mãos. Com medo de sua ideia ser rejeitada, Marston reuniu sua esposa e um grupo de outras mulheres que atuavam nas mais variadas áreas (caminhoneiras, bombeiras, policiais, caçadoras, lutadoras de Kung Fu, etc.) para o acompanharem até o gabinete do patrão. Com medo de levar uma coça épica de todas aquelas mulheres, e vendo que elas não estavam pra brincadeira, o dono da DC imediatamente decidiu mandar as histórias e o desenho para revisão. Em 1941, a Mulher-Maravilha teria feito sua estreia arrasadora nos quadrinhos, e pra variar, quebrando a cara de um bando de homens fracotes.

História[editar]

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