Pena de morte

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HAHAHAHAHA!

Pena de morte trata-se de algo maligno por natureza

Esse artigo vai te matar sem dó nem piedade.
E quer te destruir por completo!
331px-Longcat.jpg Prepare-se para ler:
Esse artigo é maior que o seu cu e pode causar cegueira.
Pense duas vezes e não seja tão idiota antes de ler algo assim
Wikisplode.gif
A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Pena de morte.
Você sendo condenado à tortura eterna no inferno.

Cquote1.pngVocê quis dizer: Assassinato legalizadoCquote2.png
Google sobre Pena de morte
Cquote1.png HA! HA! Cquote2.png
Nelson sobre condenados a morte
Cquote1.png Eu pensava que isso era só coisa de Mexicano! Cquote2.png
Qualquer um sobre Fuzilamento
Cquote1.png Querida, hoje meu trabalho foi dureza, tava de matar mesmo. Cquote2.png
carrasco sobre seu trabalho árduo
Cquote1.png Quando eu for indiciado à pena de morte eu vou querer a injeção letal! Cquote2.png
Criancinha que sabe o que quer da vida... Ou da morte
Cquote1.png Aee, manda esses cinquenta aqui pro fuzilamento que depois tem mais outros cem esperando! E os restos pode mandar tudo pro açougueiro... Cquote2.png
Guarda chinês sobre as honrosas penas de morte da China

A Pena de Morte (ou Pena capital) consiste na execução de um homem condenado pelo Estado como punição por um crime ou apenas para entreter os governantes, especialmente nos tempos antigos em que não havia TV nem internet. O crime pelo qual esta pena é aplicada são muitas vezes chamados de crimes ou delitos capitais, feitos em sua cidade que está no meio do nada na cidade mais próxima. A pena de morte foi abolida em muitos países por problemas éticos, pois, como muitos filósofos, ninguém merece morrer, assim como a pena tem feito. Então, um foi morto, mas depois o problema de ética persistiu e cada país decidiu sob sua jurisdição, se aprovava ou não a pena de morte. Claro, o Brasil continuou a matar pessoas, como de costume.

História da pena de morte[editar]

Como se safar da pena de morte

A pena de morte sempre existiu, desde o início da terra já se matavam pessoas pela prática de crimes e onanismo. Por isso, é difícil definir uma data específica. Muitos registros históricos indicam que a pena de morte como punição para crimes existe desde que os crimes foram criados. E se sabe que as tribos indigenas puniam os criminosos com uma equivalente á injeção letal corrente: Picar uma vara no rabo do até que ela saia pela boca. No entanto, verificou-se que para a maioria dos criminosos, este suposto castigo tava mais para uma recompensa, por isso foi abolido em um curto espaço de tempo e foi substituída por uma pena muito mais horrível e sangrenta: a cadeira elétrica. Mas no velho continente, a Pena de morte existia e se chamava "Comunismo", e pra ser condenado, você não precisava ter cometido nenhum crime anteriormente, bastava falar mal do regime comunista. Os criminosos foram chamados de bruxos e só as mulheres cometiam delitos, como atualmente. Depois de ser salvo por milhares de bruxas, Dr. House, traumatizado por ter recebido um nome tão original, buscou fervorosamente uma estupidez para inventar e colocar nela um nome original também, e ser a única coisa do mundo com um nome original. House então, inventou o papel higiênico, mas que foi pouco aceito pelo povo francês.

Então House inventou a guilhotina, que consistia em uma lâmina presa a um pedaço de madeira na parte superior, juntamente com um pedaço de madeira oco na parte inferior e uma corda de privada, que quando puxada, soltava a lâmina gigante que castrava o pobre do condenado. No século XVIII, começou a se espalhar a ideia estúpida de que a pena de morte é ruim. Por isso, ela continuou sendo exercida, mas Dr. House providenciou mortes mais indolores aos condenados. E por esta razão, os torturadores ficaram desempregados e morreram junto com suas famílias (Quem é o cara mau aqui?). Mas ainda sim, atualmente, ainda metem bala em condenados, que apesar de errado, é bem melhor do que se queimar na cadeia elétrica. É claro, muito mais eficiente e rápida. A ONU se interessou particularmente nesse assunto e entrou em conflito com os países do Oriente Médio, que os pressionaram a induzir o método mais indolor existente: o apedrejamento. Além disso, a ONU também se encarregou de condenar apenas as mulheres, verdadeiras autoras de todos os crimes do mundo, com exceção dos feitos pelos homens, é claro. Em Roma, o primeiro crime punível com a pena de morte foi o Magnífico Pijus por ter um nome ridículo e por fazer os soldados rirem. Tempos depois, além de ser abolida acabou caindo em desuso, e por saudade dos velhos tempos, ela foi restaurada.

Puro-Osso Ceifador Sinistro, triste da vida por terem abolido a pena de morte para crianças.

Então, essa sanção é conhecida desde os primórdios da humanidade, e posso dizer que em todas as culturas, com algumas variantes, tais como o tipo de crimes pelos quais ela é imposta, sendo mais comum o delito de onanismo. Então a pena de morte tornou-se nescessária graças aos crimes que conhecemos hoje como roubo, crimes sexuais e moralismo. As modalidades da execução da pena variavam de acordo com os costumes de diferentes povos, todas formas muito cruéis, já que seu objetivo era impor o maior sofrimento possível ao criminoso (que por sinal, não tomava vergonha na cara) condenado á pena de morte. A autoridade podia deixar a aplicação da retaliação á vítima ou seus parentes, embora as autoridades também corriam por isso. A pena de morte foi inicialmente concebida como uma aflição, causada pela prática de um crime assim que aparecia nas antigas leis escritas no sangue do acusado. Mais tarde, com a chegada do cristianismo, que pregou o amor para e o caráter divino da vida, alguns países aboliram á pena de morte.

Nas américas[editar]

Sim, será esse ser a última pessoa com quem terá contato em vida.

Com relação às sociedades pré-colombianas, sabe-se que as penas aplicadas variava entre a tortura e a morte, sendo que o sumo sacerdote para quem foi imposta, ordenou a execução, é o equivalente dos anfitriões que dá ao sacerdote no cristianismo, mas bastante expandida. Entre os astecas, as leis foram caracterizadas pela severidade estrita entre as sanções existentes, elas eram: o apedrejamento, o desmembramento e a asfixia, e mesmo quando as prisões não tinham nenhum significado existente, também valia a pena de perda de liberdade. Também, na aldeia dos tarascos, não havia pena de morte para crimes como adultério, a pena não foi imposta apenas ao adultério, mas ia além da família e dos animais de estimação, caso os tenha. Quanto ao povo maia, os traidores foram punidos com a pena de morte, mas a pena final foi uma semana sem assistir TV. Havia também outras punições, como o apedrejamento, embora houvesse algumas diferenças entre os crimes pelos quais eran aplicados e como executá-los, podemos dizer que era comum a todas as culturas antigas e bastante difundidas.

Opnião pública[editar]

Eles colocaram este sinal quando eles estão executando alguém especialmente na China.

O nível de apoio à pena de morte varia de acordo com o país onde o crime foi cometido. Principalmente, todos os países desenvolvidos, como eu disse, todos os países desenvolvidos são contra a pena de morte, porque muitos filósofos se dedicaram para aquecê-los de cabeça (E outra coisa que os líderes dos governos dos ditos países, e como todos sabemos, os filósofos têm argumentos para tudo e o mais usado para argumentar que a pena de morte é ruim é o seguinte:

Cquote1.png Se eu matar um homem que matou o meu filho, outro homem vai me matar por ter matado o homem que matou o meu filho, mas, por sua vez, um outro homem vai matar o homem que me matou porque eu matei o homem que matou o meu filho... Cquote2.png

Como você deve ter adivinhado, os líderes governamentais morreram quando suas cabeças explodiram ao ler este paradoxo e filósofos tomaram o poder em todos os países. George W. Bush ouviu os filósofos, mas infelizmente, você precisa pensar para sua cabeça explodir devido a um paradoxo que leva o cérebro a pensar! E todo mundo sabe que Bush não pensa.

A favor[editar]

Um dos argumentos que são mais fortes em favor da pena de morte é que ela evita a superpopulação e dissuade futuros aspirantes a assassinos. Ela também deve ser aplicada a certos produtores de TV e artistas, mas sem se envolver, indo direto ao ponto:

  • Razão de Justiça - No olho por olho. Deus é o amor, mas também a raiva e ressentimento proporcional, em vez de tungstênio considerável.
  • Utilidade social - Quero dizer, dar a pena de um impedimento e intimidar. Sem dúvida, se o indivíduo é racional e faz um balanço dos prós e contras de cometer um crime, a pena de morte seria impedir que o crime tnha benefício. Se você carregá-lo, certamente não vai matar ninguém de novo.
    Nem os ratos escapam...
  • Legítima Defesa - Este argumento é baseado na ideia de que o sujeito, vítima do crime, não foi capaz de exercer o seu direito à auto-defesa, e, portanto, é a sociedade que deve realizá-la. É um argumento promovido por pessoas incapazes de tomar a lei em suas próprias mãos como Deus.
  • Medo de voo ou reincidência - Esse sentimento envolvido, o apoio à pena de morte, uma vez que o assunto saiu das mãos do informante da prisão, o condenado poderia cometer os mesmos crimes ainda piores como o pirataria de Windows. A política criminal só é viável á eliminação do assunto, deixando uma viúva para o predicado.
  • Não há risco de uma frase inocente - Se os juízes dizem que você é culpado, você vai é queimar no inferno, seu maldito bandido.
  • Os custos econômicos - Defensores da pena de morte argumentam que a pena de morte é, em termos econômicos, mais rentável, do que as alternativas apresentadas à pena.

Contra[editar]

Uma das razões mais importantes é que, talvez, matar um homem gigante com poderes que podem curar os doentes e que tenham um rato de estimação, mas essencialmente é pra ser contrário aos que pedem a pena de morte, e foda-se, é divertido.

  • Razão de Justiça - Este argumento decorre da ideia de que o mundo é bom e a sociedade pode ser consertada com uma simples conversa. É um argumento ingênuo, mas é um argumento
Cquote1.png Óóó páái! Queima herege! Cquote2.png
Padre
  • Utilidade Social - É mais ou menos o seguinte: Aquele que tem a vocação para cometer crimes, deve comete-los e não devemos cortar as asas e destruir sua vocação.
  • Irreversibilidade da pena de morte em relação ao erro judicial - Apesar dos erros judiciais serem menos freqüentes, não há risco de condenar um inocente á morte e depois descobrir que pegaram o cara errado. Houveram apenas dois casos: Lázaro e Jesus, o primeiro teve ajudar o segundo.
  • Os custos econômicos - Ao executar um prisioneiro, você perde o poder e isso é muito desconfortável, pois normalmente é nos dias em que há futebol na TV que são marcadas as execuções.
  • Custos médicos - Em caso de executar de um inocente por engano, é possível reunir as sete esferas mágicas e ressuscitá-las, mas muitos médicos fazem convenções mensais para ressuscitar o defunto em execuções de pena de morte.

Tipos de pena de morte[editar]

Fuzilamento[editar]

É uma das mais comuns, rápidas e barulhentas formas de execução que a humanidade em seu ápice criativo conseguiu elaborar, sendo necessário para a prática apenas um (ou mais) fuzil, uma ditadura, um (ou mais) subversores do regime vigente e um muro para que os pedaços de cérebro e órgãos internos não voem muito longe.

O fuzilamento ocorre de forma simples e tradicional há mais de um século, é necessário antes de tudo a correta condição político-social para a prática, apenas sob o totalitarismo o fuzilamento é capaz de atingir seu pico de perfeição,

Fuzilamento á moda do palhaço!

num regime com um tirano sanguinário, os fuzilamento são rotineiros e até mesmo considerados pela população como momentos de reunião com os amigos para zoar com o defunto.

Para a prática ser posta em prática há a necessidade de militares submissos e um jovenzinho drogado com ideias subversivas ao regime, esse cara é preso, apanha até confessar tudo, mesmo o que ele não tenha feito nada e é condenado a morte sumariamente, é posto contra um muro junto com outros iguais a ele, ou não, e os soldados, com fuzis, descem a bala. O típico lugar onde isso ocorre é na África e na Ásia, mais precisamente no Oriente Médio e na China, lá para os lados do Iraque os americanos que foram combater o ditador continuaram usando as mesmas técnicas que se espalhou na região, no entanto o apedrejamento ainda está mais na moda. A China e os países africanos com ditadores há 50 anos também desfrutam da técnica.

Toda ditadura já utilizou disso, os coxinhas iam lá, pegavam seis neguinhos faziam um interrogatório e bala, iam nos bares pegavam dez bêbados e bala, iam nas escolas pegava quinze burguesinhos socialistas e bala, assim vai a prática em terrenos totalitários.

Injeção Letal[editar]

Não tem graça quando você é o próximo da fila

Essa é tão desumana quanto a própria humanidade, o negócio consiste na injeção de uma quantidade cavalar de substâncias tóxicas na veia de um pobre psicopata estuprador fã do Fresno, depois de injetado: Ploft! O cara morreu sem dor, ao menos o cara que injetou não sentiu nada. Certa vez, há muitos e muitos anos atrás uma associação malvada de líderes políticos corruptos decidiu fingir que controlaria o mundo e assim implantaria regras que apenas países sem expressão internacional se submeteriam, deixando os países ricaços fazerem o que desse na telha, essa organização decidiu então proibir métodos de tortura para as autoridades legais deixando tais práticas como facultativas para traficantes ou agentes penitenciários de Guantânamo.

Com a proibição de tortura e execuções em praça pública da forma mais sanguinolenta possível, nos moldes do Terror da França do caro Robespierre, milhares de pais de família que trabalhavam no ramo de carrasco perderam seus empregos. No entanto ainda haviam civis criminosos a serem executados, seja por estupro, assassinato ou propagação de ideias subversivas ao regime autoritário e burguês, dessa forma inventou-se uma forma de morte indolor para assassinar essa cambada toda, a injeção letal, que seguia os mesmos princípios da solução final em Zyklon B do Adolfinho.

A injeção letal é muito utilizada em países desenvolvidos e com tendências humanitárias, tais como EUA, Inglaterra, Alemanha e Mordor. Os médicos afirmam que é rápida e indolor com total certeza, apesar deles jamais terem se submetido a qualquer procedimento que torne a afirmação levemente verossímil.

Tô ligado!

A composição varia de país para país, mas geralmente é feita de resíduos tóxicos da água japonesa onde o Godzilla deixou de ser um simpático girino para tornar-se uma besta-fera horrenda e profundamente carismática, adiciona-se Dolly em doses cavalares, margarina Delícia, Ki-suco e Whisky falsificado, joga isso na corrente sanguínea de qualquer coisa que o ser já era, podendo até mesmo explodir.

Cadeira elétrica[editar]

A cadeira elétrica é um confortável artefato do uso cotidiano, infelizmente ela só existe em alguns países, para usá-la devemos praticar atos que os puritanos classificam como más ações. O uso pode trazer algumas reações, porém até hoje não há registros de alguém que tenha estado numa cadeira elétrica e tenha feito reclamações formais posteriores sobre algum desconforto.

A única reclamação existente foi de uma comunidade do Texas (EUA) onde disseram haver um apagão logo após o uso excessivo do equipamento com detentos que estavam dispostos a relaxar um pouco do estresse do dia-a-dia. Foi inventado por um dentista (sádico), e depois disseminada por Thomas Edison que pensou na cadeira elétrica como sendo um poderoso estimulante sexual para sua parceira, Joana D'arc, muitos acreditavam que Maria, como Joana era conhecida durante o dia, lembrando que à noite ela se transformava em João, era frígida e não ficava ligadaça com os métodos sexuais pouco convencionais de seu parceiro.

Para resolver esse problema, ele criou esse objeto, que hoje é considerado o maior trunfo da ergonomia, porém, como toda invenção ele teve que realizar testes.

AI MEU CU, FELÁDAPUTA

Como naquela época não havia muitas pessoas dispostas a testar seus inventos, ele acabou convencendo a pobre Joana a testar o equipamento, Thomas era meio distraído e não verificou voltagem antes de ligar o equipamento na tomada, o resultado foi a invenção da lâmpada humana. Como tal artefato iria de encontro com os direitos humanos, o supra-citado inventor resolveu que deveria vender seu projeto para a phillips.

Serração[editar]

Hoje em dia, o mundo se tornou um lugar bem mais aprasível de ser viver, até mesmo para aqueles que serão condenados à morte por algum crime bárbaro que cometeu. Atualmente um condenado por crimes totalmente brutais tem direito a uma cela especial, longe de outros presos bem mais perigosos do que ele (ou não, possa ser ele o mais perigoso e tenha que ficar afastado dos outros), banheiro privativo, cama, algumas celas contam até com televisão e DVD, comida três vezes ao dia e, no último dia de sua vida na terra, direito a um padre (para se confessar) e uma refeição daquilo que desejar (de escargô até caviar), tudo por conta dos impostos da população do governo. Mas no passado a coisa era bem melhor não era assim não. O condenado ficava em uma cela minúscula com mais 300 presos (como a do Carandiru), com pessoas barra-pesadas, onde poderia rolar uma morte a qualquer momento (se fosse a do condenado à morte melhor ainda, assim não se perderia tempo em matá-lo mais tarde), sem falar da precariedade dos serviços penitenciários.

Mas é exatamente nessa época atrasada de nosso sistema carcerário que rolava essa condenação bem mais precária ainda, vulgamente conhecida como serração (vulgarmente não, ela era conhecida assim mesmo, não tinha outro nome), pelo óbvio, o condenado era serrado ao meio pelo carrasco, só que bem diferente daqueles truquezinhos de falsários mágicos, em que a pessoa é cortada horizontalmente na barriga, dentro de uma caixa de papelão, e volta ao normal com um "abracadabra" e sem nenhuma cicatriz. Diferente dessas mágicas que tiram o público da poltrona e o fazem bater punheta palmas, a serração não visava a "colação" do condenado mais tarde, após a sentença, sem falar que o modo do "corte" era bem mais específico do que os que os ilusionistas usam em suas tramóias. Além disso, assim como a Forca e a Crucificação, a serração também tinha o seu modo realizacional, nada de ser feita a torto e a direito, se era pra matar alguém, que se fizesse de uma forma bem feita, bonita (para que as fotos fossem parar o Orkut mais tarde, ou no Google imagens) e, se possível, bem limpa, pois não era qualquer um que iria querer limpar toda a sujeira depois.

Extintas[editar]

Forca[editar]

A triste imagem do enforcamento de um Homem palito. Repare que ele foi enforcado pelo número 1 (o maior inimigo dos homens palito).

Não era somente fazer um nó de forca em algum barbante vagabundo, enrrolá-lo no pescoço da vítima setenciada e enforcá-la em qualquer lugar para que a coisa toda fosse terminada e todo mundo ficasse feliz para sempre, muito pelo contrário.

Muito antes do dia do julgamento e da execução do réu, era-se escolhida uma corda especial para o processo todo, jamais a mesma corda era usada para mais de uma pessoa (a não ser que o enforcamento fosse em série), geralmente feita de sisal ultra-resistente, para que não se rompesse fácil durante a queda da criatura julgada. Depois, era preparado um palanque de madeira, e um Patíbulo (estrutura onde a corda é colocada para a condenação), pois as execuções, muitas das vezes, eram realizadas à céu aberto, diante de todo o povo da cidade, para que aquele julgamento fosse considerada como um exemplo a ser seguido de temor para outros criminosos. Depois, marcava-se a data certa para o condenado e, aí sim, o enforcavam.

No dia do julgamento, o setenciado não tinha direito a todas as regalias de hoje antes de ir para o Inferno,exemplos:

  • dar (ui!) um telefonema (se bem que nas primeiras épocas da criação da forca nem telefone tinha ainda),
  • se despedir da família, esposa ou acompanhante.

Ele era levado algemado imediatamente para onde o palanque tinha sido armado (que sempre era na praça mais badalada da city, ou numa feirinha de carne), lá seus crimes eram confessados a todos os que estavam presentes, para que assim todos desejassem que ele fosse morto mesmo. Como a setença de morte já tinha sido dada, ele não tinha direito a defesa, no máximo que poderia fazer era pedir perdão pelos seus pecados, se dizer arrependido de seus crimes e desejar que Papai do Céu

Tartaruga mostrando como é que se sobrevive!

o recebesse em sua humilde residência celestial, o que, naquelas alturas, era bem difícil que acontecesse, mas como falam que "a Esperança é a última que morre", não custava nada rezar um pouco pra Ele.

Ao som dos tambores do exército, o condenado subia em um banco (ou barril, ou numa cadeira qualquer), onde ficava em pé, bem embaixo do Patíbulo, onde a forca estava suspensa. Com a ajuda de um carrasco, a amarra era colocada ao redor do pescoço dele e firmemente presa, para que ele fosse morrendo logo não se soltasse. Finalmente as últimas palavras dele eram proferidas, podendo elas serem uma revelação (do tipo, "Eu sou gay e dormi com o juíz da suprema corte!"), uma despedida ("Adeus, mamãe querida!") ou um salve ("Filma nós, Galvão!"). Depois disso, a cadeira (ou o que ele tivesse sob os seus pés) era retirado, fazendo com que ele ficasse suspenso, sem tocas os pés no chão, e morresse. Nas setenças mais modernas, um alçapão era criado bem abaixo do condenade e aberto na hora da execução, fazendo com que a cadeira, ou outro objeto qualquer, perdesse a sua utilidade de sustentação da vítima, sabe como é, mais cedo ou mais tarde as coisa vão se modernizando.

Guilhotina[editar]

Foi um instrumento mortal que matava até a morte os condenados a todo tipo de crime, sequestro, abusos sexuais, bruxaria, teorias que iria contra a catolicismo, contra ditadores e contra a esquerdistas. Era uma arma temida que serviu para substituir a forca, que por coincidência, também matava pelo pescoço, só que as vezes dava errado e acabava degolando a pessoa.

Essa belezinha espera por você, Anônimo, MWAHAHAHAHAHA!

Então se a moda na idade média era degolar, que se degole com luxo, esse era o lema dessa máquina horripilante que parecia uma cadeira gigante com uma lâmina de cortar cana bem no seu "apoio". Também servia para cortar cana, mas no seu manual de instruções o aconselhamento de uso era a decapitação de cabeças, todo tipo de cabeças, cabeças grandes, cabeças pequenas, cabeças com duas cabeças e outros tipos de cabeças.

Foi criada por um médico (provavelmente um neurologista), ironia a parte, o que queriam mesmo era dar uma morte mais humana. Ha! Quanta estupidez, dizia os povos da época! A Guilhotina ficou muito popular na revolução Francesa, onde todos moradores daquela querida e saltitante terra da Europa era perturbado por pessoas de cleros mais altos ou nobres daquela terra. Realmente durante a revolução francesa, ouve muita dor de cabeça ao saberem que quem ousar desafiar ao desafiador, teria sua cabeça colocada em uma caixa de madeira, assim como o queijo pastoso dentro de uma caixa de madeira, citação dita a alguns anos pelo incrível filosofo e locutor Galvão Bueno.

Câmara de gás[editar]

Câmara de gás...Muito eficiente, por sinal

Um dos falhos métodos de execução em massa criado pelos alemães, leia nazistas, na Segunda Guerra Mundial, ficou eternizada como a máquina para exterminar judeus e comunistas, afinal dizem que milhares foram mortos aí, principalmente naquelas fazendinhas na Áustria e Polônia. Ao que tudo indica, o instrumento foi criado pela própria sádica mente de Adolphinho, era segundo o Imperador emo a maneira mais divertida eficaz de eliminar os impuros, os não-arianos, ou seja, os judeus e os comunistas, durante a Segunda Guerra a técnica foi utilizada em larguíssima escala, principalmente nas proximidades das pacatas regiões de Auschwitz e de Varsóvia.

Ao longo dos anos da guerra mais e mais pessoas foram mortas, findando apenas quando os alemães cansaram e foram assar salsicha e fazer chucrutes. Hoje em dia, ela, ainda, é utilizada em países fascistas, tais como os Estados Unidos da América. Na terra de Mr. Bush a câmara de gás é uma das técnicas de execução para a pena de morte.

Crucificação[editar]

A condenação à morte mais discutida entre todas as outras formas de condenações, tanto de prisioneiros, quanto as de pessoas consideradas realmente perigosas para a sociedade de antigamente (falo antigamente porque, hoje, tal prática é combatida e somente realizada com forma de manifestação idiota religiosa)

Carregar uma cruz não deve ser tão difícil, mas estando todo esfolado e com uma coroa de espinhos deve complicar um pouco.

, devido a sua forma brutal e torturosa para com o réu em seus últimos momentos na Terra. Tipicamente adaptada pelos romanos, a crucificação consistia em (primeiramente) flagelar o condenado à ela e depois pregá-lo em uma enorme cruz de madeira de Lei. A flagelação ocorria pelo fato de que somente a crucificação não mata ninguém (ou não), mas a partir do momento que você já está todo esfolado e é pregado em uma cruz de pau, o trabalho de conseguir viver, respirar, ou pelo menos falar, torna-se bem mais complicado para qualquer um submetido a todas essas sessões de torturas. Duvida? Tenta fazer então pra você ver.

A crucificação era separada em partes simples e bem determinadas, isso facilitava a vida de todos as pessoas ligadas à pena pena de morte (menos a vida do condenado, claro, afinal a cabeça que iria rolar era a dele), pois seguia-se um padrão de execução (que tentava, pelo menos ser) sem nenhuma falha e bem elaborada, o que acarretava para uma boa admiração, pelos povos advindos de outras localidades para assistir tais homicídios, quanto ao processo de execução de assassinos e delinquentes de uma determinada região, mostrando assim que era bem seguro fazer acordos com aquela localidade que tinha um sistema penal que era organizado e que seguia um padrão em suas realizações execucionais, tornando-a era bem convidativa, mostrando-se assim uma cidade bem representada (quanto ao seu governante que sabia por ordens no barraco) e com um sistema legal que não era fail como a do Brasil de outros locais.

Curiosidades[editar]

  • Na verdade, há métodos de fato mais criminosos, como estupros em massa.
  • A pena de morte está em vigor em 90 países e em 26 mil estabelecimentos escolares no mundo inteiro.
  • Se quer ser executado, basta revelar a verdade sobre o governo brasileiro. Como o fato de que Dilma Rousseff rouba mais de...
Cquote1.png Hmmmm... Delícia né? Quer comer? Cquote2.png É uma cilada, Bino! Dentro da maçã tem calmantes e quando você acordar, estarás no inferno!
  • A Inquisição voltará a estar virgente.
  • Você deve começar a orar á Deus para não ser morto em seu nome.
  • A pena de morte tem vários benefícios, entre eles estão:
    • Sempre haverá carne sobrando nos açougues.
    • Sempre haverá carne sobrando também nos refeitórios das escolas públicas.
    • Haverá maior movimentação e lucro no mercado de venda de cadeiras elétricas.
    • Enquanto o prisioneiro é assado na cadeira, você pode aproveitar o calor que vai emanar de seu corpo para assar uns marshmellows.
    • Mais viúvas e órfãos irão aparecer por aí. Consequentemente, mais viúvas e orfãos poderão ser beneficiados por ajuda governamental.
    • Vai sempre haver algumas celas extras sobrando para a quantidade crescente de bandidos.

Ver também[editar]