Stevie Wonder

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Stevie Wonder é um(a) artista ou grupo musical, ou se refere a uma banda.

Além disso, este artigo pode conter assuntos sobre temas musicais, ou não.
Certamente, fãs idiotas alienados odiarão este artigo!!
Emblem-sound.png Stevie Wonder
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Stevie Wonder não se afasta do microfone nem pra respirar
Nome Stevland Wonderful-Hardaway
Origem Suaziland
Sexo Travesti[1]
Instrumentos
Nuvola apps kcmmidi.png
Ele sabe tocar todos, mas nunca conseguiu encontrar um
Gênero Candomblé
Cônjuge Blind Maiden
Influências Tia Anastácia
Zé Ramalho
Nível de Habilidade Pra ser sincero, nunca reparei na música dele....sempre que ele se apresenta, eu fico me concentrando em descobrir como ele faz aquilo!
Aparência Tia Anastácia
Plásticas Mudança de sexo[2]
Vícios Acarajé
Maior Sucesso Lamento Cego

Severino Cavalcanti Maravilha (África do Sul, 13 de maio de 1950) conhecido pelo seu nome artístico Stevie Wonder, é uma aberração da natureza da mais variante fantástica: um homem que, apesar de aleijado pela negritude irreparável, encontrou um sucesso notável na indústria da música. A relevância crítica de Wonder nunca se recuperou, mas seus lançamentos da era de ouro ainda ressoam em todo o mundo.

Graças aos avanços de Wonder como um artista negro na década de 70, ele foi saudado por muitos como o Jackie Robinson do Soul. Uma reavaliação crítica, no entanto, modificou este apelido para Hank Aaron do Soul, já que seu precursor Ray Charles era, tecnicamente, o Jackie Robinson do Soul[3].

A popularidade de Wonder nos anos 70 tornou possível que dezenas de músicos afro-americanos fizessem sucesso na indústria da música desde então, com pelo menos nove deles recebendo contratos de gravação. Ao todo, Wonder tem 22 Grammys e mais de cinquenta singles nas paradas, com dez batendo o número um.

Não é um histórico ruim para um homem que começou com miopia, depois passando para astigmatismo, hipermetropia até passar a ver apenas niggas em sua frente. Após um ardente triângulo amoroso com a professora de Braille deles, Stevie e Ray Charles acabaram brigando, tanto que nem se olhavam mais na cara. Apesar de ter ido ao velório de Ray Charles, Stevie Wonder se recusou a ir vê-lo no caixão, para a derradeira despedida.

Infância[editar]

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Stevie Wonder.


Stevie Wonder nasceu em 1950, filho de pais caucasianos. Por ter nascido seis semanas prematuro, os vasos sanguíneos na camada dérmica de sua pele não tiveram tempo suficiente para se desenvolverem plenamente. Eles rapidamente quebraram, enviando ondas de cor que alteram a melatonina por toda a corrente sanguínea, transformando Stevie Wonder em uma criança totalmente preta. Isso surgiu como uma pequena surpresa para seu pai, pois o carteiro também era negro. Esse mal-entendido acabou por criar alguns conflitos na infância de Stevie Wonder.

Seus pais tentaram tirar o melhor da situação ruim propelindo Stevie Wonder no campo da comédia em tenra idade, na esperança de que ele se tornasse o próximo Bill Cosby ou Redd Foxx. Após seu ato de standup não obter um grande sucesso, como os dos humoristas[carece de fontes] do Porta dos Fundos, Stevie Wonder descobriu acidentalmente seu virtuosismo para o piano durante uma apresentação de Ray Charles estilo Jerry Lewis. O cabeça da Motown, Berry Gordy, durante a performance, apresentou o menino negro como um prodígio e obrigou-o a imitar o estilo de Ray Charles, outro pianista negro bem sucedido.

Gordy manteve Stevie Wonder em um regime rigoroso para conservar seu ato. Com quatro anos de idade, Stevie Wonder já estava combatendo seu segundo vício em heroína e casando com sua terceira esposa, e ainda que não fosse fisicamente capaz de gerar doze filhos ilegítimos como Ray Charles conseguiu, conseguiu gerar quatro. Stevie Wonder comprou um par de óculos de sol para complementar a sua situação de rei das potaria. Com seis anos de idade, Wonder lançou seu primeiro álbum, Um tributo para o tio Rey do pequeno Stevie Wonder: O próximo Ray Charles.

Consumidores pensaram que a associação estava sendo um pouco forçada, e as vendas posteriormente caíram. Cada parte envolvida apontou os dedos em um impasse mexicano de culpa. Stevie, se aproximando da idade da consciência criativa, queria ampliar sua paleta artística, seus pais culparam o sistema para marginalizar a criança devido a seu incapacitante problema racial. Berry Gordy, como todo bom perfeccionista, culpou Stevie por não ser suficientemente negro. Ele tentou corrigir isso com um maçarico e alguns marcadores permanente, mas isso acabou por cegar Stevie Wonder.

Olhos empreteados, Era de Ouro[editar]

Stevie Wonder no facebook conversando com Eminem!

A escuridão mais profunda em torno da área do globo ocular de Stevie gerou situações hilariantes estilo pastelão que envolvem tropeçar em pufes. Com isso, o músico começou a compôr com mais clareza do que nunca. Ele lançou álbum após álbum de música funk, incorporando temas conscientes em músicas dançantes estilo soul, utilizando uma nova tecnologia musical de maneira jamais vista desde o sensual caso de Milton Babbitt com seus sintetizadores.

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Stevie Wonder ao ler(?) o trecho acima. Como não enxerga nada e não conhece o melhor da vida, ele não entendeu a piadinha

O crédito de sua onda criativa pertence á seus óculos escuros. Ao eliminar a esclera de seu globo ocular, Stevie conseguiu um par de olhos de ébano incorruptíveis para coincidir com o seu tom mais escuro de pele, liberando a última essência da pura alma negra no processo. A decisão de abraçar a sua doença negróide o fez entrar em crise, e sua carreira entrou na clássica Void Era[4], assim começou a ganhar forte espaço e uma nova era notória, e escreveu livros.

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Stevie Wonder sobre os livros que escreveu

Além de um discurso abstrato de 8 a 9 páginas sobre a importância das bibliotecas na América, os livros incluíram um futuro grampo de rádio nomeado Superstition[5], catapultando o álbum ao status multiplatina. Que precedeu o álbum seguinte, um álbum introspectivo inspirado por uma colisão quase fatal de um peixe-boi experiente com Wonder enquanto ambos boiavam no rio Missouri. Embora o álbum tenha alcançado um posto mais alto, Wonder não conseguiu um ouro até 1976.

A vida secreta das Plantas[editar]

Ninguém ainda descobriu o mistério!

Houve uma piada cruel na esfera de fofocas musical. O público passou a creditar os óculos de sol, e Stevie, por seus dons prodigiosos, criando uma paranoia a posteriori. Com medo de que ele pudesse perder o seu talento, Wonder se recusou a tirar os óculos por um segundo sequer, até mesmo para grampear as pontas entre as têmporas enquanto dormia.

Infelizmente, estas medidas de proteção deram errado quando um boato de mau gosto começou a circular: por nunca ter sido visto sem os óculos de sol, as pessoas começaram a suspeitar de que Stevie era cego. Essa foi a última gota. Para combater esses rumores, e provar a si mesmo que ele era o mestre de seu domínio, Wonder começou a trabalhar em seu mais novo álbum: A Vida Secreta das Plantas. Só para mostrar que ele não estava de brincadeira, ele também orquestrou um filme para promover o álbum, ambos criados sem qualquer ajuda dos óculos de sol.

Cquote1.png Esses óculos eram apenas um parasita em mim, uma muleta. Eu posso ser tão negro como eu quiser, meus álbuns ainda vendem muito bem sem eles. Este álbum sobre árvores e plantas certamente vai provar isso. Afinal, quem não ama o meio ambiente? Cquote2.png
Wonder, em entrevista á Revista Rolling Stone

A vida secreta das Plantas foi bombardeado horrivelmente após os grandes segredos do álbum terem vazado um mês antes da data de lançamento.[6] Confuso pelo vazamento, suspeitando de uma maldição lançada pelos seus óculos de sol, Wonder cancelou a promoção e arquivou o filme por completo.[7] a jogada de recuperar as rédeas da sua carreira foi um enorme fracasso. Escavando os óculos de sol com poeira para a lixeira, Wonder, olhando para o abismo, rezou para a visão necessária para reavivar sua carreira mais uma vez.[8]

Abraçando a Mediocridade[editar]

Nos anos 70, Stevie foi um sucesso mais quente do que Miranda July, o que é realmente apenas uma comparação tola.

Ele lutou por algum tempo, a primeira tentativa de recuperar suas perdas foi tocar em bar mitzvahs e apresentar um game show malfadado, antes, um momento de clareza revelou-se diante de seus olhos em perfeito funcionamento. Em meados da década de 1980, com quase 40 anos de idade, seus dedos começaram a enrugar. Suas pernas começaram a ficar cinzas. Seu preto tinha começado a rachar.

Em vez de tentar desesperadamente preservar sua juventude com sexualidade forçada e uma série de currais fanáticos mal aconselhados, a la The Rolling Stones, Wonder abraçou sua idade avançada, abraçando a maturidade musical que veio junto com ela: ele se tornou um artista contemporâneo medíocre. Felizmente para Wonder, a tempestade quieta e inofensiva do R&B contemporâneo foi um rolo compressor comercial na década de 1980. A era pós-ouro de Wonder o fez recuperar as perdas da vida secreta das plantas rapidamente, aproveitar os vastos mercados de saxofone.

A evolução do som e da mudança de Wonder ao público-alvo abriu o manto do Rei Preto do Soul para os artistas mais jovens, como Michael Jackson e Prince, embora este último tenha problemas para manter esse título por várias razões. Hoje em dia, com mais de 60 anos de idade, Wonder passou para o brega completo. Ele toca exclusivamente em casamentos, com smokings incrustados de strass brancas, muitas vezes dando brindes de meia hora para os casais.

Cantar em casamentos se transformou em um hábito viciante, ele começou a tocar em casamentos em que não foi convidado, tocando improvisações de Isn't She Lovely de 45 minutos de duração. Como resultado, a segurança dos casamento na área de Los Angeles dobrou nos últimos anos, na esperança de sufocar o hábito sujo e quase involuntário de Wonder.

Paradoxo do Stevie Wonder[editar]

Devido á crise, Stevie Wonder passou a fazer comerciais de creme dental!
Stevie Wonder esbanjando sensualidade
Stevie Wonder pegando todas na infância

É um dos mais incompreensíveis paradoxos da história da humanidade, algo que até hoje nenhum cientista conseguiu resolver, e quanto mais eles tentam, mais complicado o paradoxo fica. Veja abaixo o porquê.

  1. Deus é amor.
  2. O amor é cego.
  3. Stevie Wonder é cego.
  4. Logo, Stevie Wonder é Deus.
  5. Disseram pra mim que eu sou ninguém.
  6. Ninguém é perfeito.
  7. Deus é perfeito.
  8. Logo, eu sou Deus.
  9. Mas se Stevie Wonder é deus, então eu sou Stevie Wonder.
  10. Oh não, eu sou cego!
  11. Se Stevie Wonder é Deus, Stevie Wonder não pode ser cego já que ele é perfeito. Ele deveria ver.
  12. Logo, Stevie Wonder não é Deus, porque pra ser Deus ele teria de ser perfeito, mas ele não pode ser perfeito porque ele é cego.
  13. Mas se Deus é amor, o amor é cego e Stevie Wonder é cego, então Stevie Wonder deveria ser Deus.

Como podem ver, o paradoxo está todo centrado na cegueira de Stevie Wonder. Maldita cegueira! No dia em que Stevie Wonder fizer uma cirurgia de transplante de córneas ou se curar com seus poderes de Deus, talvez isto resolva o paradoxo. Só que se Stevie Wonder deixar de ser cego, ele não poderá ser Deus, já que Deus é amor e o amor é cego e Stevie Wonder deixaria de ser cego, logo, ele deixaria de ser Deus. Mas se ele deixasse de ser Deus, ele deixaria de ser perfeito, logo voltaria a ser cego. O que novamente o tornaria Deus, e assim o ciclo recomeça. O paradoxo ainda pode ser levado mais à diante:

  1. Eu sou o único homem que eu posso achar um gato sem eu ser gay.
  2. Contudo se eu sou Stevie Wonder, eu não posso achar Stevie Wonder um gato porque se não eu seria gay.
  3. Todavia se eu sou Stevie Wonder, eu não preciso me preocupar em me achar gato e ser gay por isso, já que eu seria Stevie Wonder.
  4. Entretanto se Stevie Wonder não é Deus porque ele não é perfeito (porque ele é cego) e eu sou ninguém e por isso eu sou perfeito, eu não poderia ser Stevie Wonder. Mas se Stevie Wonder é Deus, eu tenho que ser Stevie Wonder!
  5. E ainda tem mais, se Stevie Wonder não é Deus, e eu não sou Stevie Wonder e não preciso me preocupar em achar Stevie Wonder um gato porque eu teoricamente sou Stevie Wonder, a conclusão é de que... Ai, hoje eu sou um gaaaaaaaay! AH LOKA!

Curiosidades[editar]

  • Stevie Wonder não se equivoca, só convence a realidade de que tudo se encaixa.
  • Stevie Wonder não paga por usar banheiros públicos.
  • Stevie Wonder é cego...e vidente.
  • Stevie Wonder consegue comer uma baranga pensando que é uma gostosa.
  • Stevie Wonder consegue curtir a Susan Boyle cantando, sem ter que olhar para o rosto dela.
  • Stevie Wonder consegue comer uma gostosa como se fosse uma baranga.
  • Stevie Wonder foi o único que ainda não assediou Alizée Jacotey, já que é o único que nunca conseguiu admirar a bunda dela.
  • Olhos para que servem?

Eu não entendi a referência![editar]

  1. Ele é a Whoopi Goldberg
  2. Eu já não falei que ele é a Whoopi Goldberg???
  3. O que faria de Albert King o Mookie Wilson do Soul..
  4. Void Era, traduzindo da língua gringa para a língua tupiniquim, quer dizer Era Vazia
  5. Superstition quer dizer Superstição (é assim que escreve?)
  6. Alguns segredos: quando as flores curvam, eles estão apenas tentando dançar, esfregar cascas de árvore em sua coxas previne verrugas
  7. Embora essa brincadeira muito assustadora ainda exista como imagens de arquivo.
  8. Sua doce visão metafórica.