#JeSuisdeMariaJosé

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Sayonara Charlie Jesus is King.jpg
Je suis charlie - manipulé.jpg
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Um típico leitor da revista

Cquote1.pngVocê quis dizer: Charlie Charlie!Cquote2.png
Google sobre Charlie Hebdo

Cquote1.png Luke, eu sou Charlie! Cquote2.png
Darth Vader

Charlie Hebdo é uma revista porcaria financiada pelo governo da terra histórica do queijo fedorento, a França. Charlie é gerido por um grupo de velhos pedófilos que desenharam Maomé chupando a pica de um norte-americano vezes o suficiente para serem bombardeados e atacados pelo menos 3 vezes nos últimos 10 anos. Foi feita mais de 100 anos atrás, e por algum motivo estranho, está em curso até hoje, principalmente porque recebe o financiamento do governo e sem ele iria lentamente ficar abandonada e, finalmente, cumprir o seu destino inelutável. Ou seja, é a Planned Parenthood da França.

Mas apesar de ter sido mantida á tona pelos suicídios subsídios culturais da União Europeia e pelo suborno governamental, Charlie Hebdo corajosamente fez uma campanha pela revogação de leis repressivas que o tornam uma ofensa criminal para parodiar as letras do Hino Nacional Francês, a profanar a bandeira francesa ou circular imagens de tal profanação em privado e em público.

Assim como South Park, Charlie Hebdo é um veículo de mídia que se julga um veículo satírico imparcial que debocha de tudo e de todos, mas claro que como toda revistinha de esquerda, só sabia fazer chacota de cristãos e judeus, o que rendeu á revista críticas pesadas. Para não falir, a revista corajosamente se atreveu a publicar representações não-ilegais do profeta Maomé, sabendo muito bem que alguns muçulmanos têm um grande exceção a tais representações (porque você acha mesmo existindo desde 1970, eles só se atreveram a debochar do islamismo 41 anos depois em 2011???), mesmo quando estes não são insultos grosseiros, como era o caso (profanar e destruir moralmente apenas judeus e cristãos, muçulmano não pode).

Um dia, depois de uma longa pausa, um bolo gigante envolto em fitas foi entregue aos escritórios do Charlie Hebdo. Todo mundo ficou encantado ao vê-lo. Em seguida, SURPRESA!!! homens armados pularam para fora, atiraram em todo mundo e depois o bolo explodiu. Todo mundo achava que não era possível insultar profundamente a religião de terroristas religiosos fundamentalistas repetidamente durante um período de dez anos e sair vivo, então todos se reuniram para dar as mãos em Paris e gritarem um slogan totalmente gay: "Je suis Charlie!". Como já era de se esperar, os líderes mundiais subiram a bordo do movimento como moscas sobem em merda, até mesmo Barack Hussein Obama, o grande chupa-rola dos muçulmanos.

História[editar]

Charlie

A história de Charlie Hebdo é muito irregular, complexa, misteriosa e enredada em polêmicas e intrigas. Aqui está uma pequena retrospectiva para ajudá-lo a descobrir.

O jornal Charlie Hebdo foi lançada em 1960 por Charles DeGaulle e Gérard Depardieu sob um nome diferente que conhecemos hoje: Hara-Kiri: jornal bête et méchant. Hara-Kiri, sendo um método de suicídio japonês bem conhecido e o slogan era estúpido. Naquela época, Gérard Depardieu ainda era uma figura credível e teve o mérito de criticar igualmente a todos tentando satirizar a sociedade francesa e fazer as pessoas pensarem. Por incrível que pareça, Depardieu cagou e andou para os recentes ataques. Em 1969, a equipe da Hara-Kiri decide trabalhar simultaneamente em outra revista mensal: Charlie mensuel (Charlie Mensal) que seria diferente de Hara-Kiri. A publicação circularia até 1986, fora da linha editorial da atual Charlie Hebdo.

Ainda em 1969, Hara-Kiri começa a publicar uma revista semanal e a chama de l'Hebdo Hara-Kiri. Mas eis que em novembro de 1970, Charles DeGaulle morre. Fazendo referência a um incidente anterior, em um clube de dança de Colombey que matou 146 pessoas, Hara-Kiri Hebdo lança uma capa com a legenda Tragédia em Colombey: um morto. A revista e seus fãs acharam isto muito engraçado. Se pode notar que após a morte de Charles, a qualidade da revista caiu muito, então os editores da revista decidiram homenagear seu fundador, mudando o nome da revista para Charlie Hebdo. Os membros do Partido Socialista Francês consideraram isto um deboche á morte do ex-presidente direitista, e viraram grandes fãs da revista, passando a enviar sugestões de piadas apelativas e sem a menor graça sobre direitistas, cristãos e judeus.

Vendo o que a maior parte de seu novo público gostava, a revista decide mudar sua linha editorial, se tornando uma revista de esquerda, e isto foi fácil: bastou mudar todas as piadas inteligentes e bem boladas da revista por um nível impressionante de idiotice e loucura nunca antes visto.

Je suis Charlie por Latuff dois anos antes, o que prova que Latuff foi o responsável pelos atentados, que haviam sido planejados dois anos antes

Os novos guerreiros da justiça social não queriam anúncios em suas páginas porque consideravam coisa de capitalista opressor de extrema-direita, e decidiram depender unicamente das assinaturas (que para eles, não era coisa de capitalista), ou talvez ninguém em seu perfeito juízo iria querer estar associado á eles, um sentimento que a centro-esquerda francesa tem que lidar para com todos os dias. Mas o que a revista não sabia era que os esquerdistas eram todos maconheiros que gastavam toda a mesada do papai em maconha e feminismo, não sobrando dinheiro para comprar a fatídica revista. Então a revista teve que fechar por falta de vendas, desaparecendo em 1982.

Em 1992, Phillipe Val e Charb, devido á falência da outra revista estúpida e sem graça deles (A Bertha Gorda), decidem ressuscitar o conceito de Charlie Hebdo porque eles queriam ter seu próprio jornal. Eles se reúnem com os antigos proprietários do Charlie Hebdo (que agora são de fato esquerdistas porque foram seduzidos pelo discurso sindicalista depois de perderem seus empregos) em um jantar de negócios (francês é assim mesmo: encontra uma desculpa para comer, beber e cheirar queijo podre em alguma "reunião de trabalho") e depois de horas de lavagem cerebral profunda, eles concordam em trazer de volta á velha Charlie Hebdo, só que dessa vez com um humor bem mais apelativo e sem graça típico de South Park e da recém-lançada Encyclopedia Dramatica (na época impressa, parecida com Charlie Hebdo e MAD, mas em forma de livro).

De qualquer forma, eles continuaram tentando ofender todos e deram início a um expurgo da tripulação original de Charlie Hebdo. Philipe Val é agora conhecido como um chefe ditatorial com métodos cruéis enquanto Charb, agora segurando responsabilidades importantes, vive chupando o saco de Val, porque talvez, eventualmente, iria tomar o seu lugar como diretor da publicação. Pensou errado, assim como Trotsky, que chupava o saco de Lenin achando que iria se tornar o novo ditador da União Soviética, mas Stalin passou Trotsky pra trás. Muitos colaboradores da revista saem ou são despedidos por não concordarem com a nova linha editorial de Val. Querendo manter funcionários, a revista deixa de encher o saco dos judeus e cristãos e decide publicar caricaturas dinamarquesas de Maomé em 2006, a revista já estava caminhando na ladeira escorregadia de demagogia e estigmatização desmiolada de muçulmanos, publicando colunas sobre como a União Europeia é grande e que todos os franceses deveriam votar a revogação do acordo em 2005.

Charlie Hebdo e os muçulmanos[editar]

Houve muitas reações de muçulmanos porque ninguém deve tirar sarro de Maomé por este ser um pedófilo, estas incluem:

2011: Primeiro cyberataque[editar]

Na mente de Carlos Latuff, o Charlie Hebdo foi atacado por policiais militares do Rio de Janeiro que queriam desmoralizar a religião islâmica

Eles foram trollados por uma bomba de incêndio e eles tiveram seu site hackeado por 1227 muçulmanos do grupo Akincilar depois de terem feito um lançamento especial chamado Charia[1] Hebdo com Maomé como editor-chefe convidado. Depois de uma boa noite de conversa árabe com seus amigos do Charlie Hebdo, Charb deixou o escritório, enquanto ainda ria de todas as piadas sem graça que ele havia feito; só para voltar no dia seguinte e descobrir que escritório da revista havia sido destruído por um coquetel molotov e seu site havia sido hackeado, e agora redirecionava para um site islâmico (hospedado em Nova Iorque). Bluevision, o servidor do site da revista, após originalmente colocá-lo offline se recusou a colocá-lo de volta no ar, se cagando de medo das inúmeras ameaças de morte recebidas.

Essa quadrilha da Charlie Hebdo fugiram e se esconderam como um bando de chimpanzés com a febre da vaca louca no escritório de um outro jornal, Libération, que ficou muito feliz em receber a turminha do Charlie Hebdo para algum trabalho minucioso. Mas 4 dias após o ataque á charliehebdo.fr, Akincilar ameaçou Libération através do que eles chamam de hacker ekber, ou maçã preta: Se eles continuarem publicando esses desenhos vamos cuidar deles também.

Acredita-se que o coquetel molotov poderia ser um ataque simulado para obter dinheiro do seguro e ter uma grande publicidade e estratégia de marketing, o que viria a acontecer 4 anos depois em 2015. Ironicamente, a mídia já estava chamando o ato de "11 de setembro do Charlie Hebdo", ou seja, comparando um verdadeiro massacre que vitimou inocentes com um reles ataque hacker mal-feito.

2012: Segundo cyberataque[editar]

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Se você não quer se informar e o seu objetivo é somente fazer uma pesquisa sobre seu trabalho de escola, a Wikipédia tem um artigo sobre: Charlie Hebdo.
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Se você não quer se informar e o seu objetivo é somente fazer uma pesquisa sobre seu trabalho de escola, a Wikipédia tem um artigo sobre: Massacre do Charlie Hebdo.


Sendo os grandes trolls que são, eles publicaram nudes vazados de Maomé enquanto as embaixadas americanas estavam sendo bombardeadas devido á inocência do filme sobre o Islã. Os franceses, sendo os bichanos que são, fizeram com que suas embaixadas de todo o mundo fossem cercadas por policiais militares, desnecessário dizer que este plano realmente funcionou! Outro ataque de hackers em seu site ocorreu em 19 de setembro de 2012.

2015: Massacre[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Massacre do Charlie Hebdo
O Charlie Hebdo não é tão importante assim a ponto de ter um artigo sobre o massacre e outro sobre a revista, entendeu Wikipédia?
Cquote1.png Então quer dizer que foram vocês que desenharam essas coisas? Cquote2.png

Estamos em 2015. Eles não aprenderam com os erros do passado, eles continuaram a tirar sarro de Maomé mais do que nunca em uma nova batcaverna, desconhecida do público para evitar mais ataques hackers.

Enquanto isso, alguns árabes, os irmãos Kouachi, depois de terem lido uma caixa inteira de edições do Charlie Hebdo dos últimos dez anos, decidiram ler o Alcorão, e o que mais se repetia no fatídico livro é: mata, mata geral. Como todo muçulmano fundamentalista, os irmãos Kuat Kouachi não perderam tempo, e tramaram um grande ataque ao Charlie Hebdo ao longo de seus associados da gangue do distrito 9 de Paris, todos eles conhecidos pelo serviço secreto francês.

Posteriormente, no dia 7 de janeiro de 2015, eles atacam a sede temporária e alugada do Charlie Hebdo e com sucesso realizam uma operação de comando completo armados com Kalashnikovs e um lançador de foguetes, matando 12 pessoas no processo. O diretor da revista Charb é morto, juntamente aos quatro outros cartunistas e algum jornalista de economia. Claro, ninguém dá a mínima na mídia sobre os três policiais, o rapaz de manutenção, outros jornalistas e o corretor de texto, porque só a morte dos velhos cartunistas sem talento importam, porque eles eram de esquerda.

Um terceiro terrorista fez um ataque simultâneo na praça Porte de Vincennes, disparando em uma policial mulher que estava fazendo controle de tráfego, porque ela estava mostrando suas canelas. Lembre-se de que isto não foi no Iraque ou na Síria, mas na França, uma sociedade cristã ocidental cuja Sharia não foi implantada, muçulmano idiota!

E é isso, acabou.

Je suis Charlie[editar]

Eu sou Charlie
Prova de que o objetivo da campanha é promover a viadagem

Je suis Charlie (em tradução livre: Eu sou um viado de merda e eu preciso aparecer) é a maior exibição de viadagem a qual o mundo testemunhou até agora em 2015, com um bando de celebridades e moralistas (que denunciavam as publicações da revista) proferindo "Je suis Charlie", como se estivessem fazendo algum tipo de declaração ousada sobre a importância da liberdade de expressão. Ninguém deu a mínima para o fato dos muçulmanos terem assassinado pessoas em Benghazi ou o fato de que eles estão estuprando as mulheres europeias, decapitando cristãos no Oriente Médio, estuprando crianças na Inglaterra e até hoje acham que o 11 de setembro foi uma farsa, mas todos eles se unem quando um jornal vulgar e completamente inútil leva um tiro.

Brilhantemente, a primeira edição de Charlie Hebdo pós-"massacre" (entre muitas aspas) mostra o profeta Maomé na primeira página novamente, mas desta vez com a legenda "Tudo está perdoado", que, naturalmente, mostra um perfeito entendimento do pensamento de fundamentalistas islâmicos e não resulta em qualquer outra confusão, como se eles de repente repensassem seu plano de assassinar blasfemadores não-muçulmanos devido ao poderoso poder da sátira de mudar o mundo.

Enquanto o mundo inteiro estava literalmente abalado fora de seu eixo pela morte de 17 filhos da puta comunistas demagogos e sem graça, outro bando de doidos islâmicos mataram cerca de 2.000 civis nigerianos em apenas 24 horas. Todo mundo ligou o foda-se. Ninguém se importa se 2.000 civis morreram inocentemente nas mãos dos muçulmanos, não vê que estamos de luto por Charlie?

Et merde si suit[editar]

Bem ali! Eu vejo alguém que não é Charlie

Algumas pessoas na França conseguiram escapar de tamanha manipulação insana, apontada á histeria completa de apoio ao Charlie Hebdo, e que depois de tudo, tentaram gerenciar uma onda maciça de deslavagem cerebral entre a população, que em troca começou a vasculhar todos a vista que copiosamente chupavam o pau de Charlie. Há agora esta pergunta obrigatória a todos na França,há apenas duas opções (sem exceção, você tem que escolher uma):

Você é Charlie?

  • Sim! Claro que sim, eu sou Charlie! Por favor, se aproveite de mim, pegue todo o meu dinheiro e abuse de mim!
  • Não, meu nome é você está louco? Eu preferiria morrer a apoiar estes canalhas criminosos!

Então, em outros termos, tornou-se muito politicamente incorreto repudiar a revista na França, o que é estranho, mas alegrem-se! Temos muitas novas oportunidades que colocam à frente, eu tenho certeza que alguém em breve vai dizer alguma coisa que irá causar uma série de drama.

Na verdade, apenas recentemente, o humorista Dieudonné foi pego pela polícia e preso sob acusação de apologia a atos terroristas, porque ele controlava Je suis Charlie dizendo: "Eu me sinto como Charlie Coulibaly"; Coulibaly sendo o nome do terceiro terrorista. Vive la liberté d'expression!

Galeria[editar]

Você viu algum judeu ir até os escritórios da revista explodir tudo? E você fala mal dos judeus, né?

Ver também[editar]


A gente fala merda mas comprova o que fala!

  1. Sim, os escritores do Charlie Hebdo são analfabetos e não sabem escrever "Sharia"
  2. Após essa publicação, todos que leram a revista levaram as 100 chibatadas
  3. Só nós podemos zombar do Islã, se um filme o faz, ele é estúpido

Ligações externas[editar]

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