HIStory: Past, Present and Future – Book I

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Bad hair day.jpg
Nevermind.jpg

Este artigo fala sobre um álbum


E com certeza você comprou uma cópia pirata no camelô da esquina.


HIStória
Michael jackson-history-frontal.jpg
Michael Jackson e sua estátua de barro
Lançado em 1995
Gênero Rock, Pop, Hip-Hop...e qualquer um desses, á essa altura não importa.
Gravadora Muitas, não cabem na lista
Duração A ciência ainda não conseguiu descobrir
Certificação Fracassou, mas foi dito que vendeu 20 milhões de rosquinhas.
Álbum Anterior Perigoso
Este álbum Leia o título do artigo novamente
Próximo Álbum Merda na Pista de Dança


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Se você não quer se informar e o seu objetivo é somente fazer uma pesquisa sobre seu trabalho de escola, a Wikipédia tem um artigo sobre: HIStory: Past, Present and Future – Book I.


Cquote1.pngVocê quis dizer: The History ChannelCquote2.png
Google sobre HIStory: Past, Present and Future – Book I

HIStória, Passado, Presente e Futuro Livro 1[1] é um álbum duplo de Michael Jackson lançado em maio de 1995. Duas coisas se destacam á primeira vista nesse novo disco: em primeiro lugar, a capa, em que uma estátua gigante que transborda ares marciais, para não dizer fascistas, trás um pôr-do-sol vermelho, que ocupa um primeiro plano e em segundo lugar, o fato de que este é um álbum duplo. Delírios de grandeza? Megalomania do tipo varíola anciã?

Para o primeiro temos uma resposta: é óbvio que, uma vez extinto o muro de Berlim (6 anos antes), os países do leste se tornaram propriedade privada do santo dólar e caíram sobre os jugos de Jackson...e....que melhor forma fazer isso senão lembrá-los do seu glorioso passado soviético aparecendo com um aterrador e poderoso Stalin como se fosse um semideus? Para promover o álbum, uma estátua igual a da capa ancorou por vários países da Europa Oriental, como a Romênia[2], Hungria ou República Checa...As pessoas fugiram aterrorizadas e alguns se jogaram do alto dos edifícios mais altos da cidade gritando Jacko!...Jacko!, que em húngaro e tcheco significa Cquote1.png AAAAAAAAAAAA Cquote2.png. Na Europa Ocidental a estátua também podia ser vista, só que com uma total e absoluta indiferença, exceto das aves: jamais uma estátua tomou para si mesma tanta titica de pássaro, que não há detergente que limpe.

A segunda questão não é difícil de explicar. O primeiro CD deste álbum duplo (que se apresentou como um CD premium) não era nada mais nada menos que uma compilação, como uma coleção de cartas, mas bem sucedida, então era como um álbum de grandes cartas; o segundo CD foi apresentado com material novo...e esta é a explicação: nós estamos enfrentando o canto do cisne do fenômeno que se tornou a jacksonmania. O fim termina no final...e por que? Porque nada fica na crista da onda por tempo indeterminado, nem mesmo Peter Pan.

Aula de História[editar]

A famosa estátua de sua chegada á Londres. Nem a rainha Elisabetona lhe concedeu tanta audiência

A fim de esclarecer-se e compreender o seu declínio, após a publicação deste disco, Jackson decidiu frequentar algumas aulas de história. Estas se terminaram em uma aula privada em Neverland, já que ele não planejava ir até a escola com 36 anos (ou sim?). De qualquer forma, Jackson estudou muito a história das sete notas musicais, do inventor dos discos e do inventor do gramofone, algo tão crucial quanto quem veio primeiro: o ovo ou a galinha. Em última análise, estudou assuntos triviais relacionados com seu mundo e sua profissão: a história do cinema, do minueto, dos aquecedores de tornozelos e da aeróbica, do vídeo em VHS, além da história do playback e também da filmografia básica de Elisabeth Taylor, Liza Minelli...ou qualquer coisa que possa ajudar a explicar o declínio de sua carreira.

E é por isso, mais feliz do que uma brincadeira, e satisfeito de tanto saber que depois de receber muitas vitaminas culturais, intitulou seu álbum de História, porque na realidade o disco, tal como acabara de aprender em suas aulas, era a essência de todas as coisas que se localizavam em seu mundo. Em sua busca pela perfeição e sua habilidade de superação, mudou o título de História para HIStória, palavra que em português quer dizer sua história. Isto é, apenas sua.

Ah, e importa ressaltar que entre outras matérias que Jackson estudou, havia um master sobre Walt Disney e um comander sobre Charles Chaplin, ambos aprovados pelo cantor com uma nota alta, tipo aaaaaaawwwwwooooooooowwwwwwwww!.

Singles e videos destacados[editar]

Scream[editar]

Capa do single Scream

Scream, que não Is Cream, isso é outra coisa, é a música mais importante deste CD e conta com um videoclipe que custou milhões de dólares para ser feito. Nesta canção, Jackson decide fazer um dueto com sua irmãzinha menor (e a segunda Jackson com mais fama) Janet Jackson. O vídeo trata do dia em que Janet e Michael decidiram embarcar na nave-mãe para escapar da contaminada terra. Tanto Janet como Michael, mortos de medo, começam a gritar do nada. A canção se trata de 4 minutos de puros gritos entre estes dois irmãos, muito comovente. Hoje se suspeita que toda a canção e o video não eram nada além de propaganda dissimulada de certa marca de sonotones (aquelas porras que parecem um trombone que os velhos usam pra escutar rádio)...claro que com tantos gritos, seria melhor comprássemos um logo.

You Are Not Alone[editar]

Michael e Janet, recém saídos do salão de beleza...novo look, agora eles estão prontos para ARRASAR e GRITAR
O matrimônio de Jackson. No momento da fotografia, eles estavam discutindo sobre como dividir as despesas no final do mês

Primeiro e último videoclipe em que podemos ver o cantor com a menina que fora sua primeira esposa, a filha do rei do rock, Lisa Marie Presley, em uma atitude muito amorosa. Não que juntos formam um parceiro ruim; eles são sim um casal. um casal de contrastes...ela com a pele rosada, lisa, aveludada, essa pele sem estrias que só um milagre de Lourdes poderia conceber, ou então uma porrada de cremes hidratantes para obter este efeito. E ele, pobrezinho, quase albino, artificial, como de outro mundo...cantando isso não está sozinho.

Childhood[editar]

Este é um tema autobiográfico, e há quem diga que não, é um ser desalmado, sem alma, cruel, perverso, tipo Papa Jackson. Atente para os versos:

  • Have you seen my Childhood?/Você viu a minha infância?
  • I'm searching for the world that I come from/Estou em busca do mundo de onde vim...
  • 'Cause I've been looking around/Porque eu andei procurando em cada canto
  • In the lost and found of my heart.../E perdido nas profundezas do meu coração
  • No one understands me/Nada me compreende
  • They view it as such strange eccentricities.../Eles vêem isso como estranhas excentricidades..
  • 'Cause I keep kidding around/Porque eu continuo brincando por aí
  • Like a child, but pardon me.../Como uma criança, mas me perdoe
  • People say I'm not okay/As pessoas dizem que eu não estou bem
  • 'Cause I love such elementary things.../Por gostar de coisas tão simples
  • It's been my fate to compensate,/Meu destino tem sido compensar
  • for the Childhood I've never known.../A infância que nunca tive

Só faltava colocar nos créditos do álbum: Esta canção é dedicada ao meu pai, Joe Jackson, e tinha sido rodada, quase perfeita. No video aparecem muitas crianças e, como não, um Michael Jackson com cara tristonha, distante, mas não vemos Joe Jackson por nenhuma parte.

Earth Song[editar]

Jackson em um desfile de Carnaval que ninguém se importa

A canção "ecologista" do disco, em uma época em que a grande maioria de cantores e grupos pareceu achar romântico cantar para a terra. Este é o último sucesso internacional do cantor. No video, podemos vê-lo como um sobrevivente, com a cara pintada, que vaga por todos os cantos do planeta, juntamente com uma carga infinita de bandagens, emplastros e betadine. Se supõe que essas três coisas são para o planeta, para a Terra. Michael, nobre alma, queria que soubéssemos que para ele, o tema do "aquecimento global", a extinção de algumas espécies (como o serumano heterossexual), o efeito estufa, a baleação em massa, eram assuntos de elevada espiritualidade, dos quais ninguém entendia absolutamente merda nenhuma. Mas pelo menos ele tentou.

They Don't Care About Us[editar]

O verdadeiro promotor do álbum, sem esse cara, ninguém saberia da existência de HIStory

Canção de denúncia social, que ironicamente, foi tachada de fascista pela comunidade comunista internacional. Melhor pra eles, que assim tiveram seu minuto de glória na televisão. No que diz respeito a Michael, nenhuma objeção, principalmente se você for para o Brasil, para algumas favelas do Rio de Janeiro para gravar o vídeo da canção, ou se tranca em uma prisão como a de Guantânamo, por exemplo...Vamos lá, vamos continuar no mesmo lugar de sempre, que falem, que falem mal. Pois é isso.

O fato é que, a mídia que sempre Predefinição:Fakelink em MJ é majoritamente socialista, e para conseguir apoio da mesma, deveria fazer uma música copiando seus discursos. O que Michael não sabia é que a esquerda odeia os pobres mais que tudo...

Lista de faixas[editar]

CD 1[editar]

Janet prestes a tacar o joystick na cabeça de seu irmão
  1. "Billie Jean" (Jackson)
  2. "The Way You Make Me Feel Like Pepsi" (Coca-Cola)
  3. "No Black, yes White" (Obama)
  4. "Fuck with You" (Catra)
  5. "She's Out of My Life" (Foda-se)
  6. "Coca Cola Bad" (Pepsi)
  7. "Thriller" (Gato Félix)
  8. "Beat 98" (Rádio Mix)
  9. "The Grill is Mine" (George Foreman)
  10. "Don't Remember the Time" (Franjinha)
  11. "Não pare até ter o suficiente" (Mc Guimê)
  12. "Quero fazer alguma coisa" (Good vibes)
  13. "Hell the World" (Al Gore

CD 2[editar]

Única aparição de Jackson em solo americano durante a HIStory World Tour
  1. "Ice Cream" (McDonald's)
  2. "They Don't Care About Jordan Chandler" (Evan Chandler)
  3. "Stranger in Argentina" (Pelé)
  4. "A Rat named Chupacabras in Pine's House, México 93" (Ratatouile)
  5. "This Time of my life Around" (will.i.am, DJ Ammo)
  6. "Hell Song" (Edir Macedo)
  7. "D.S." (Jackson)
  8. "Monkey" (Bubbles)
  9. "Coma Junto" (Lennon, McCartney, Starr, Harrison)
  10. "You Are Alone" (R. Kelly)
  11. "Chile Hot" (Chili Beans)
  12. "Tabloid Junkie" (Emir Sader)
  13. "2 Bad Coca Cola" (Pepsi)
  14. "HERstory" (Lewis)
  15. "Little Susana Vieira" (Vídeo Show)
  16. "U Smile" (Biba)

HIStory World Tour[editar]

É um pássaro? Um E.T.? Um louco? Um doido que se diverte escondendo a cabeça? Não! É Peter Pan Michael Jackson, no palco falando sobre sua vida e seu estilo de se vestir, complementos á parte

A HIStory World Tour foi a terceira e última turnê de concertos pelo mundo de Michael Jackson, um mundo que vai muito mais além de Neverland e seus confins. A prova é o que a turnê abarcou praticamente os cinco continentes, que para quem não sabe ou não se lembra, como o próprio Jackson, que nunca foi muito bom em geografia, são: Europa, África, Ásia, Oceania e....Havaí??? Por suposto que não, vamos colocá-lo porque foi o único território em solo americano no qual o cantor pisou naqueles dias, com o qual todas as Américas, pobrezinhas, ficaram órfãs da dita turnê. Michael Jackson não atuou na Antártida por uma simples questão de localização: não conseguiu achar um lugar no atlas e então, o cantor supôs que um acessor tinha razão, quando comentou que a Antártida não existia.

Além disso, essa turnê inventou uma nova técnica...nós ainda não sabemos se devemos chamá-la de vocal ou visual...Não está claro. E que o cantor, sempre atento ás últimas tecnologias, ao mais cool, ao mais up date, viciado a ir á última movida, tornou-se regular do lyp-sync ou lip-synch (abreviação de lip synchronization, que em inglês significa sincronização labial), e é apenas um eufemismo (palavra muito feia, sim, mas sobrecarregada de significados) para se referir ao termo play-back. Por muitos anos os fãs de Jackson tem defendido que o pobre, á medida que envelhecia, não podia cantar e dançar, e manter o tom em todas as músicas...Que só fazia isso do lip-sync em Bad ou The Way You Make Me Feel.

O lip-sync ou como queira que se chame, está presente desde que o concerto é aberto, com a filmagem em 3D de uma estonteante nave espacial, até as primeiras notas de Scream, muito similiar ao som original do disco, só que sem Janet Jackson, passando por Stranger in Moscow, aonde surpreendentemente a canção começa na metade, e quando digo metade quero dizer que: a médio verso e média voz, para que nos dermos conta de que estamos sendo vítimas de uma fraude importante, porque o que nós estamos ouvindo e nada mais nada menos que a terceira faixa do segundo CD de HIStory. Apenas isso. Após uma porrada de medleys e instrumentais, chegamos á Beat It, Black or White e Billie Jean. Aqui não é que Jackson faça playback de suas canções de estúdio, sendo que para oferecer mais sofisticação bem como mais sensação de realismo, o playback é feito diretamente de uma das suas gravações ao vivo. Dizem que até os gritos histéricos dos fãs e aplausos também são gravados.

Jackson em plena apresentação de histeria história

O golpe foi imenso, e alguns podem ter sido vistos na televisão, em um concerto ao vivo, por assim dizer, transmitido no verão de 1997 em Seul, Coreia...onde um Jackson com uma voz completamente rouca no momento de cumprimentar o público foi capaz de cantar como um anjo...Enfim, essa é a magia do Rei do Pop, não compreendida. Dadas as perspectivas desses anos, não era estranho que Jackson não tenha atuado em seu país....As vendas fracas de HIStory foi acrescentada ao fato de que os norte-americanos não sabiam que o cantor praticava o lip-sync, mas estavam cientes do uso do playback em todo o concerto. O pai de Jordan Chandler, Evan Chandler, estava executando em cada esquina dos 50 estados dos Estados Unidos da América a sua EVANStory[3] American Tour.


A gente fala merda mas comprova o que fala!

  1. Não há indícios de um segundo livro
  2. Onde anos mais tarde Michael foi completamente esquecido devido á bandinha pop O-Zone
  3. Sim, Evan Chandler produziu um álbum chamado EVANStory

Ver também[editar]