Thriller

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Este artigo fala sobre um álbum


E você baixa da internet porque não tem dinheiro.


Thriller
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Cover
Lançado em 1982
Gênero Pop, Milk-Shaker, Zombie-dance e R&B
Gravadora Epica/Sony
Duração 40 minutos
Certificação Álbum mais vendido da história da Sony música.
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Thriller é o segundo álbum de Michael Jackson como artista solo, logo depois de uma larga etapa como líder da seita familiar, The Jackson Five, seita dedicada de corpo e alma á promover as perucas estilo afro. Posteriormente, a seita perderia o número five, ao ser descoberta pela Epic Records, hoje Sony Imperial do Japão, e do mundo.

Foi um álbum que teve algo parecido a um susto para todo o mundo, já que MJ conseguiu sair do gueto para sempre e se instalar comodamente em sua sala de estar, em milhares de casas habitadas por gente branca e bem-pensante, gente que pagava religiosamente seus impostos e ia á issa todos os domingos, obrigatoriamente. E isso, que aconteceu no largo ano de 1983, não se limitou apenas ao solo estadunidense, pois como uma praga, o fenômeno se espalhou por todo o mundo, criando uma histeria que os psicólogos até hoje haviam desconhecido: a Jacksonmania....Em suma, Thriller é o melhor álbum de toda a história. Suas ventas vendas superam 750 milhôes de acordo com a Sony (embora alguns digam que as vendas excedem 100 milhôes de cópias). Graças a esse disco nasceram danças e estilos como Moonwalk e Dança do Zumbi.

O disco mais vendido da história da música segundo alguns zumbis[editar]

Michael Jackson gravando Thriller, com torcicolo e sendo encoxado por um zumbi sem pau

Quincy Jones foi um grande músico de jazz, arranjador, autor de trilhas sonoras de filmes de terror, e depois de Off the Wall, também produtor de músicos pop. No início de 1982, embora nem Jones nem Jackson tenham pensado em zumbis, mesmo remotamente, ambos fizeram história com Thriller, o que para Michael Jackson era apenas mais um disco.

Ambos trabalharam com algumas canções escritas por Michael, que despontou como compositor; em uma tarde em que ele veio batendo nas teclas de um piano aos gritos de Hee Heeh!, uma e outra vez, até que Quincy ordenou que ele parasse. Jackson se recusou a parar e logo eles entraram em conflito e lutaram. Quincy declarou mais tarde que Michael só queria demonstrar que possuía mais talento que qualquer outra pessoa e assim nasceram os primeiros compassos de Wanna Be Startin Something, que no jargão dos negros se pode traduzir algo como Ei otário, busca treta ou o quê?. Naturalmente a canção era odiosa, mas a reservaram caso ficassem sem ideias.

Durante esse tempo, Michael Jackson, além de dar porrada nas teclas de um piano, também gostava de receber processos de paternidade. Assim nasce Billie Jean na sala de um tribunal, música na qual Jackson, apesar de não ser o pai, manifesta seu amor pelas crianças.

Beat It, é o produto do único e último passeio que Jackson permitiu-se fazer em Los Angeles. Nesse passeio, o cantor estava ensaiando algumas notas da música e foi cercado pelos membros de uma gangue de rua, que o acusaram de não saber música e por não saber cantar nem compor uma canção de rock. Para demonstrar o contrário, Jackson aprendeu a tocar a guitarra elétrica e a dançar rock.

Então veio Thriller, a música, cuja letra original era outra estúpida canção de amor (Starlight). Depois de uma tarde de teatro assistindo filmes de culto, como Texas Chainsaw Massacre, The Night of the Living Dead ou Madrugada dos Mortos, e depois da consequente noite de insônia, seu autor, um tal de Rob Thrillerton decidiu mudar a letra original e direcioná-la para a parada dos zumbis. Para terminar, o título da canção iria honrar seu nome, e o título finalmente se tornou Thriller ou Trilha, em português.

Com todo esse material Quincy Jones foi capaz de levar o talento de Jackson a outros objetivos, quebrar barreiras, invadir as casas da classe média branca da região centra dos EUA, brancos que não sabiam o que era jazz ou blues ou o som de uma boa música, e alcançar a todos com uma simples palavra: thriller. O álbum também conseguiu 58 discos de platina em todo o mundo e também alguns discos de urânio, um de diamante, 30 de aço, 7 de alumínio médio e 2 de cobre. Com todo esse material Jackson achou que já teria o futuro garantido e que montaria uma boutique de metais, mas não, quando se anunciaram os grammys de 1984, o mundo ficou sabendo que 'Thriller ganhou 8 prêmios grammy em duas horas, sendo o primeiro disco a alcançar esta marca, atualmente superada pelo Tio João Pinto, que obteu 8 grammys e meio.

Capa original do disco, na época foi censurada devido á seu alto conteúdo zoofílico

A fotografia escolhida para a capa representava um Michael Jackson vestido com um traje branco de primeira comunhão, mas com uma camisa negra, desta vez sem gravata borboleta; ou seja, isso simbolizava nada mais nada menos que o início da sua transformação de preto para branco. Para completar, sua coroa estilo africano está ausente, seus cachos negros foram flexibilizados, eles estão mais suaves...e seu nariz mudou, ele é menor e menos achatado....Então estamos na época das primeira mudanças de Wacko Jacko.

Em 1984, haviam sido vendidas quase 40 milhôes de cópias de Thriller...graças ao vídeo de Thriller com seus zumbis dançantes, a partir de hoje e desde então são mais de 100 milhões de discos vendidos segundo consta no Guinness Book das gravações, tornando-se o álbum mais vendido da história da música. E ninguém nunca vai conseguir superar isto, uma vez que hoje os discos não são vendidos em CD, mas são pirateados na internet.

Lista de faixas[editar]

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Se você não quer se informar e o seu objetivo é somente fazer uma pesquisa sobre seu trabalho de escola, a Wikipédia tem um artigo sobre: Thriller.


  1. "Wanna Be Startin' Somethin'" (Jackson)
  2. "Baby Be Mine" (Rod Temperton)
  3. "The Girl Is Mine" (Com o imitador de McCartney) (Jackson)
  4. "Thriller" (Rod Temperton)
  5. "Beat It" (Com Eddie Van Halen) (Jackson)
  6. "Billie Jean" (Jackson)
  7. "Human Nature" (John Bettis/Steve Porcaro)
  8. "P.Y.T. (Pretty Young Thing)" (James Ingram/Quincy Jones)
  9. "The Lady in My Life" (Rod Temperton)

Nota: A faixa Beat It foi escrita quando alguns roqueiros insultaram Jackson dizendo que ele era meio afeminado e não podia tocar música rock. Após o lançamento de Beat It, esses roqueiros cometeram suicídio por vergonha.

Singles e videos[editar]

Michael fugindo de uma mulher malvada, farto de comer creme de morango de sobremesa no clipe de Billie Jean
  • The Girl is Mine/Minha garota é minha e ninguém tasca (1982) - Com Paul McCartney, as feminazis acusaram Michael de machista pela letra, que dizia: I know she's mine, the doggone girl is mine (Eu sei que ela é minha, essa cadela é minha, ou algo assim).
  • Billie Jean (1983) - Como já mencionado, Michael escreveu isso na sala de espera de um tribunal, um lugar que Michael, além da Disney, sempre teve muito interesse em ir.
  • Beat It (1983) - A demonstração de que Michael pode preparar uma canção de rock e tretar em combate urbano.
  • Wanna be startin' somethin/Hey truta, quer brigar? (1983) - Canção pensada para se fazer exercício no estilo de Janie Fonda.
  • Thriller (1984) - A dos zumbis.
  • P.Y.T.(Pretty Young Thing)/Coisa linda e joven (1984) - Uma canção sobre um disparate de que Michael gosta de uma menina e passa o dia inteiro chamando-a de coisa.

Três vídeos foram lançados para promover o álbum. Pela primeira vez Michael Jackson entrou nos circuitos da MTV, saindo do gueto televisivo da música negra para entrar no gueto do branco imaculado.

Billie Jean foi o primeiro, video em que Michael é perseguido por uma mulher maléfica que o engana e o faz comer creme de morango a força e Michael termina com um excesso e uma subsequente dor de barriga.

Interrogando o colega em busca de suas armas brancas em Beat It, 1983

Depois veio Beat it, onde Michael recria sua caminhada e seu desencontro com alguma gangue de rua de bandidos muito mal-humorados. Para que o deixem em paz, ele teve que ensiná-los o Moonwalk, apesar de anteriormente terem mexido nos bolsos em busca de armas brancas. Esse videoclipe ensinou para as pessoas (menos para a mídia, claro) que Michael era muito macho.

E Thriller, mas esse merece uma menção á parte.

Thriller, o curta-metragem[editar]

O vídeo de Thriller revolucionou o conceito de videoclipes, pelo menos na época que foi editado, além de dar vida á MTV, que por mais que tenha dito que na época não emitia videos de artistas negros, a verdade é que ninguém assistia a MTV, nem brancos nem negros nem asiáticos nem latinos. Mas o canal de vídeos musicais achou que Thriller lhes animaria um pouco da depressão, sem saber que ao emití-lo, o mundo se tornaria tarumba.

Dirigido por John Landis em 1983, é na verdade um curta-metragem de 14 minutos de duração, em que uma orgia de zumbis dançarinos pretendem dominar o mundo, o mundo de Michael Jackson, claro. O filme causou tanto impacto sobre a sociedade que as pessoas nunca mais foram a um cemitério no dia de Todos os Santos e durante alguns anos, ficou com medo de celebrar o Halloween e ninguém sabia o que fazer com as abóboras...Surge assim o culto á sopa de abóbora, ou recheio de torta de abóbora...Mas isso é uma outra história que contaremos em outra ocasião.

O moonwalk[editar]

Michael Jackson fugindo de uma antiga namorada enquanto diz "Esse garoto não é meu filho!". Note como o preservativo é passado de uma mão para outra.

O moowalk ou caminhada para trás é uma dança criada por Billy Ocean Michael Jackson aonde você acha que anda pra frente, mas na verdade anda pra trás. Graças á Michael Jackson essa dança se popularizou ao redor do mundo, desde Miami até o Havaí. A primeira vez que ele fez esse movimento ele estava no banheiro em casa, e escorregou quebrando o nariz.

Hoje em dia todos os fanáticos de Michael Jackson praticam diariamente o Moonwalk, lamentávelmente a grande maioria termina com os pés pra trás. Antes de morrer Michael fazia aulas de moonwalk, ao preço justo de 1 milhão de dólares a hora.

Lamentávelmente morreu, igual sua academia de moonwalk.

Victory tour[editar]

Michael, lutando com dois de seus irmãos, em um concerto da turnê Victory, para ver quem ia ser o vocalista

Devido ao sucesso de Thriller, Michael Jackson se assustou e decidiu não sair em turnê. Ante a histeria que provocava sua presença nas ruas se encerrou em casa e ele voltou a fazer amizade com seus irmãos, os quais desde que não tinham mais o número Five em seu nome se sentiam pouca coisa ao lado de Michael.

Para celebrar esta recuperada amizade fraternal, os cinco irmãos, juntamente á Papa Jackson, botaram o pé na estrada (por assim dizer, ainda que alguns dos Jacksons saibam dirigir um carro, sabemos que Michael foi expulso da autoescola; por outro lado, em caminhões não viajavam, visto que só o faziam com todos os dólares ganhados com Thriller em aviões de luxo tipo Boeing 747) para uma série de concertos que ocorreram nos 50 estados dos Estados Unidos, que chamaram de Victory Tour ou Série de Concertos de Victória (parece nome de CD crente). Foi em 1984, mas até hoje não sabemos quem ganhou, quem foi vitorioso e quem perdeu.

Entre os shows os irmãos gravaram seu último disco todos juntos, que foi intitulado de Victory. Não tão unidos, não tão juntos, pois Michael só cantava em três canções, da onde se destaca State of Shock, onde se tem um dueto com Mick Jagger, o velho com cara de macaco (mas não se ouve sua voz na música). Estranhamente, nenhuma dessas novas canções foram tocadas nos concertos, porque as pessoas só queriam ouvir as de Michael. Em 1985, foi anunciado essa turnê se estenderia para Europa e Venezuela, mas eles ficaram com preguiça e partiram pra outra.

Reedições[editar]

Michael em uma foto de família, celebrando os 25 anos de Thriller

Em 2001, após o desastre de Invincible, Jacko decidiu reeditar todos os seus discos; e é lógico que ele iria fazer isto: Jackson já não vendia rosquinhas do futuro em nenhuma parte, e como as dívidas o perseguiam, ele precisava de uma plataforma com barbante para ficar em dia com seu banqueiro. A reedição de Thriller, remasterizada, remixada, regrava, recentrifigurada e ressecada, e com uma foto diferente na capa, causou muita expectativa; mais do que qualquer coisa para saber se têm material extra, ou não lançado.

E Michael não decepcionou seus fãs: esta reedição de 2001 não só continha as 9 canções originais do disco, mas também incluía momentos impagáveis de Michael cantando no chuveiro uma primitiva versão de Billie Jean. E o melhor: declarações da época, inéditas, de um zumbi dançante de Thriller, que diz que Satanás é o verdadeiro criador do moonwalk....Em seguida aparece Quincy Jones, negando todo, daí Michael aparece falando das crianças e blá-blá-blá.

Mas, como em 2008 completou 25 anos (sim, 25. Como o tempo passa!) do lançamento de Thriller ao mercado, Michael voltou a lançar uma edição especial que incluiu, de novo as 9 canções originais remasterizadas e "re" qualquer coisa, duetos com alguns artistas do momento (rappers, skaters, viados ou qualquer criatura habitante das ruas de Los Angeles: Fergie, Akon e Will.I.Am). O título para a dita edição de aniversário era, como não, Thriller 25th Anniversary e teve grande aceitação entre seus fãs, especialmente os da terceira idade. Aliás, este álbum deu a oportunidade para novas gerações de fãs, isto é, aquelas crianças que nunca tinham estado em Neverland, descobrirem todas essas músicas, consideradas como clássicos na história da música pop.

Ver também[editar]